Incrível depoimento de JP Rangaswami sobre como a informação pode ser vista como comida para o cérebro. Ponto de vista genial.

“Information, if viewed from the point of view of food, is never a production issue. (…) It’s a consumption issue, and we have to start thinking about how we create diets [and] exercise.”

JP Rangaswami

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O documentário “O que mudou nos últimos 5 anos” foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas pelo mercado da comunicação nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução tecnológica, a partir das entrevistas de personalidades envolvidas nesse mercado.

Findo o UaiSEO, eu havia resolvido ficar um dia a mais em Belo Horizonte para aproveitar o dia na companhia dos amigos que estavam no evento e fariam o mesmo. Como havia decidido isso bem antes do evento, olhei os 3 sites da companhia aéreas que voam de Campinas para Belo Horizonte (que na minha cabeça eram apenas Azul, Gol e TAM).

Sempre preferi voar com a Azul porque os aviões Embraer ERJ tem duas fileiras de dois assentos, o que deixa mais espaço para o passageiro e a viagem mais confortável. Não sei dizer as medidas, mas o espaço para as pernas também me parece ligeiramente maior. A TAM utiliza em maioria o Airbus A320, que é um avião com duas fileiras de 3 assentos, o que obriga as pessoas a ficarem levantando e sentando para dar passagem, além de deixá-las espremidas, já que não há espaço para que os 3 passageiros apóiem os cotovelos com igual conforto, principalmente o passageiro do meio. Como eu sou um cara grande, acho isso bem inconveniente.

Na década de 90 já havia voado com a TAM num Fokker 100, avião bem parecido com os Embraer ERJ 190/195, e a experiência havia sido boa. Mas no retorno do OlhóSEO voltei com a TAM e achei o avião barulhento e apertado demais. Não me lembro se era o Airbus ou outro, só me lembro que era apertado e barulhento, esta era minha principal lembrança recente da TAM.

Quando consultei o site da Azul, achei as passagens salgadas demais e consultei a Gol e TAM, para comparar preços. Com a tarifa da TAM era ligeiramente menor e havia melhor disponibilidade de horário de ida no momento em que consultei o site, resolvi experimentar novamente. Se fosse pela Azul perderia a sexta-feira e indo pela TAM conseguiria ir a noite, aproveitando o dia todo no escritório.

Eis que consulto o site da TAM, que me pergunta de qual aeroporto quero partir quando digito o nome da cidade:

Não conheço o mercado de aviação a fundo, mas como passageiro minha expectativa é chegar a uma cidade num determinado aeroporto e voltar para a cidade de origem pelo mesmo aeroporto. Se o site me pergunta de qual cidade ou aeroporto quero partir, presumo que uma vez escolhido, este será o aeroporto de partida e o de chegada.

Na tela seguinte, o site me mostra opções de horários de voos e preços (simulei as datas escolhendo as mesmas opções que anteriormente, uma sexta-feira para ida e um domingo para a volta):

No dia em que fiz a compra, me atentei para os horários disponíveis e preço das passagens. Não reparei em dois itens fundamentais: a passagem  mais barata tem ao lado do horário a sigla PLU, que agora sei que significa PamPuLha e abaixo do código do voo tem escrito em letras bem pequenas e de cor cinza clara: “Operado por Trip”. Além disso, há um ícone de avião cuja legenda significa: “Operado por Cia. aérea parceira.”

Escolhi os horários de voo e custos mais convenientes e fiz a compra, seguro de que havia comprado dois voos com a TAM.

Por uma falha minha ao consultar minha “Confirmação de Reserva” no domingo de manhã, observei somente o horário de partida, pois sabia que deveria chegar 1 hora antes ao aeroporto e agora havia percebido o quanto o aeroporto de Confins ficava afastado de Belo Horizonte. Achei que Confins fosse um bairro distante, mas é outra cidade, inclusive.

Veja que na tela de impressão que o site da TAM gera após a compra das passagens, o nome do aeroporto aparece logo após o nome da cidade, mas a informação relativa à companhia aérea que opera o voo recebe pouquíssimo destaque (um tom de cinza quase invisível), o que induz ao erro:

Ao chegar ao aeroporto de Confins na tarde do domingo me deparei com uma fila no Check-In da TAM que tinha algo entre 80 e 100 pessoas, pelo menos. A fila saía da área demarcada com bastões e fitas e se estendia por mais uns 20 metros. Preocupado em não perder o limite de horário do Check-In, me dirigi aos totens após a fila e digitei meu número “localizador” da passagem.

Eis que o computador me respondeu que não havia encontrado nada. Já bastante preocupado, me dirigi a uma pessoa da equipe da TAM e pedi ajuda. A expressão de espanto no rosto do funcionário me deixou ainda mais preocupado, assim como sua resposta:

- “Senhor, a TAM não não possui nenhum voo operando de Belo Horizonte para Campinas neste horário.”

Confirmei que havia comprado a passagem no site da TAM e que tinha certeza absoluta do horário do voo. Ele anotou meu “localizador” e foi até atrás do balcão de Check-In, voltando em menos de 1 minuto com a resposta:

- “Senhor, este voo é operado pela Trip e sai da Pampulha.”

A ficha caiu e fiquei decepcionado comigo mesmo por não ter olhado algo que era tão importante. Na minha cabeça a certeza era tão grande, que nem passou pela minha cabeça olhar o aeroporto, me parecia óbvio que se cheguei por Confins deveria voltar por lá.

Fui instruído pelo funcionário a ir até o balcão da Trip (cerca de uns 5 metros de onde estávamos). Ao chegar lá, não havia ninguém no atendimento da Trip. Aguardei cerca de 2 minutos até que um funcionário chegasse ao balcão, informei meu “localizador” e perguntei sobre a remota possibilidade de fazer o Check-In ali e tentar chegar ao aeroporto da Pampulha em tempo.

Como faltavam então somente 45 minutos para o voo, fui desencorajado a tentar e ele me sugeriu marcar outro voo, já avisando que não teria disponibilidade de outro voo no mesmo dia para o destino Campinas e nem no dia seguinte. Me sugeriu ir até o balcão ao lado, da TAM Star Alliance e remarcar meu voo.

Cheguei ao balcão da TAM Star Alliance, contei a história, a funcionária lamentou o ocorrido e procurou outro voo, pelo qual paguei remarcação no valor de R$ 174,00, me certificando de que seria numa aeronave da TAM e que partiria de Confins, o mais cedo possível, afinal eu tinha um compromisso importante na manhã seguinte (hoje) em Campinas. Ela mesma pegou uma agenda e me sugeriu 3 opções de hospedagem “relativamente próximas” ao aeroporto de Confins.

Liguei do meu celular para os 3 hotéis, fiz a reserva e paguei táxi tanto para ir quanto para voltar. No final das contas, dormi uma noite bem ruim, esperava chegar em casa ainda no domingo e me preparar logo na segunda de manhã para os compromissos do dia.

Hoje consultei o site da TAM em busca de informações sobre a parceria com a Trip Linhas Aéreas e não fui capaz de encontrar nada no site. A página de Parceiros nem mesmo inclui a Trip na listagem:

http://www.tam.com.br/b2c/vgn/v/index.jsp?vgnextoid=b3aa5892584ca210VgnVCM1000009508020aRCRD

No final das contas, eu que esperava mudar minha imagem recente da TAM, mudei para pior. Olhando para o site hoje, percebi que a forma como a informação é exibida induz o cliente ao erro. Seria bom se a TAM fizesse um bom teste de usabilidade no site e repensasse a navegação, que deixa muito a desejar.

Minha experiência como cliente não foi das melhores. Não atribuo toda a culpa à TAM, mas digo com certeza que o site induz ao erro.

Ao agregar mais produtos ao portfólio sem ser absolutamente transparente e clara com o cliente, a TAM me deixou na mão. Eu provavelmente não voarei mais com a TAM se tiver opção de voar com outra companhia, mesmo que seja um pouco mais caro. Ao comprar uma passagem no site da TAM, esperava voar com a TAM e não com outra empresa. Se quisesse voar com outra empresa, compraria uma passagem via Star Alliance.

Resumo geral da experiência: despesa extra de mais 30% com a remarcação da passagem, duas viagens extras de táxi de e para Confins e uma noite mal dormida longe da minha filha e da esposa, que me esperavam domingo a noite em casa.

PS: a impressão de avião barulhento sumiu, o Airbus A320 não é barulhento não, é até bem silencioso e tem um pouso suave, mas que é bem apertado, isso é.

O UaiSEO 2011 foi um exemplo de evento de SEO. Nesta terceira edição, o evento amadureceu, se profissionalizou e alcançou um nível bastante alto em diversos aspectos:

  • A grade de palestras foi muito bem montada e apresentou um excelente nível de complementaridade
  • O cronograma foi cumprido à risca. Ninguém estourou o horário (exceto eu, que extrapolei em 1,5 minuto)
  • Com palestras de 45 minutos, foi possível montar uma grade de 8 palestras num único dia, ampliando a variedade de temas (para um evento de 1 dia só, foi excelente!)
  • O Hotel escolhido tinha estacionamento, estrutura para receber e um auditório fantástico, com 3 telões (!)
  • A galera da Seleto Marketing Digital se lembrou de detalhes essenciais, como tomadas distribuídas ao longo de todo o auditório (isso é uma reclamação constante nos eventos)
  • A internet contratada deu conta do recado. Todos sabem que banda é um problema no Brasil e quase todos os eventos falham neste quesito. É óbvio que não dá para esperar uma velocidade igual à de casa ou do escritório, mas eu subi minha apresentação na hora e não falhou, subiu bem rápido
  • Os coffee-breaks deram um show, com variedade, qualidade e quantidade de sobra. Foi um aspecto altamente elogiado
  • O preço do evento foi super acessível

O Alberto André está de parabéns, conseguiu realizar um evento regional de SEO que certamente está os 3 melhores já realizados no Brasil nestes últimos 3 anos.

Me esforcei para levar um conteúdo de um bom nível e fazer valer o convite do Alberto para dividir o palco com caras que literalmente me ensinaram o que sei. Foi uma grande honra fazer parte de uma grade com tanta gente de primeira linha no SEO nacional. Agora talvez fique menos difícil responder à pergunta: “O que é conteúdo de qualidade, afinal?”

Compartilhei a apresentação no meu SlideShare:

PS: show a parte foi dividir o quarto com o @guanabara e o @gustavobacchin, chorei de rir com esses caras!

PS2: para fechar com chave de ouro, o @digowars da Buscar SEO deu um churras no domingo, coisa fina.

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Neste último final de semana tive o prazer de participar do OlhóSEO, evento regional de SEO que aconteceu dias 13 e 14 de maio em Florianópolis.

Falei sobre estratégias de Conteúdo para SEO, tema que acaba sendo pouco explorado entre os profissionais da área.

O conteúdo da palestra está disponível para download no SlideShare e pode ser visto online:

Veja outras palestras no meu SlideShare.

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O lançamento do iPad 2 ocorreu dia 2 de março, conforme as previsões de fevereiro apontavam. Com novidades “mornas”, a Apple frustou o mercado, deixando no ar a expectativa pelo iPad 3, que – dizem – pode sair ainda em 2011.

iPad 2

Com a competição apertando o cerco, a Apple se apressou em lançar o iPad 2, mas problemas de engenharia não permitiram que o aparelho trouxesse algumas das novidades esperadas, como conexão USB, tela de alta definição e design na linha do iPhone 2. Agora que a concorrência possui tablets respeitáveis, com telas grandes de 10″ e Android 3.0 Honeycomb rodando, a Apple deve acelerar o passo e continuar inovando. E como já é tradicional da Apple, as novidades nunca vem todas de uma vez, sempre fica um pouco para a geração seguinte.

O que o iPad 2 tem de novo

As novidades do iPad 2:

  • O aparelho é 1/3 mais fino e mais leve
  • O aparelho é mais rápido, com o processador A5 Dual Core, que consome a mesma energia que o A4
  • Agora com 2 câmeras, tem o Facetime, que permite realizar chats e conferências
  • Ganhou uma saída HDMI, para ligar o iPad na TV, util em casa e em reuniões
  • A bateria agora dura 10 horas
  • A resolução da tela melhorou bastante, com foco em games e vídeos
  • Ganhou a capa Smart, com ímas e múltiplas posições de uso (simples, mas genial!)

Peso e espessura não eram problemas no iPad 1, mas menos tamanho é sempre algo bom. Aumentar a velocidade era algo esperado, bola dentro! As câmeras ampliam as possiblidades de uso do aparelho, era algo pedido pelos usuários e esperado pelo mercado. A bateria mais longa também ajuda. Mas a grande novidade mesmo não é o aparelho, é a capa smart.

Conheça o iPad Smart Cover:

Para aqueles que tinham expectativa na queda de preços, o preço do iPad 1 cai cerca de R$ 250,00 no Brasil, em quase todos os modelos. O modelo de entrada, por exemplo, caiu de R$ 1649,00 para R$ 1.399,00.

O site da Apple anuncia a data em que o iPad 2 estará à venda: 11 de março. Outra novidade é a possível cor branca, como na foto abaixo:

iPad 2

iPad 3 pode sair no final de 2011

As grandes mudanças virão mesmo na versão 3.

O iPad 3 poderá ter um corpo de fibra de carbono, ainda mais leve e com visual diferente da linha que a Apple adotou desde o lançamento do Macbook Air de alumínio, material levado depois para toda a linha de notebooks. Os corpos de fibra de carbono devem chegar junto com o iPhone 5 e nova linha de MacBooks. Nada confirmado, apenas especulações.

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