Barry Schwartz é o autor do livro O Paradoxo da Escolha e professor de Teoria Social e de Ação Social na Faculdade Swarthmore, na Pennsylvania.

Nesta fala apaixonada na TED, ele aponta alguns dos aspectos sobre a moral contemporânea que precisam de mudança urgente, seguindo o princípio da TED de dizer algo memorável em menos de 20 minutos.

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Evan Williams, o cara que criou o Blogger e o Twitter, numa fala na TED com legendas em português.

Do site da TED: “O Twitter conquistou um pequeno exército de seguidores, com suas pequenas notificações e o prazer da comunicação instantânea. Seu co-fundador Evan Williams revela alguns detalhes fascinantes que ele aprendeu com os usuários e como isso contribuiu para a evolução do seu negócio.”

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Did you know 3.0? é a versão atualizada no vídeo Shift Happens, que constata as mudanças rápidas e profundas pelas quais o planeta está passando nos últimos anos.

O vídeo é produzido pela X-Plane, empresa americana de consultoria em design da informação com foco em criar compreensão e entendimento.

O canal deles no Youtube tem vários outros vídeos imperdíveis, alguns em português.

Agora, ganhe 5 minutos assistindo à nova versão:

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A consultoria Sart Dreamker desenvolvou um índice que se destina a medir a conexão das pessoas com as marcas, o IHCM - Índice de Conexão Humana das Marcas, também conhecido como BrandTouch.

No Brasil, a pesquisa apontou as marcas Coca-Cola, Nestlé, Sadia, Natura, Rede Globo, Mc Donald’s, Adidas, Danone, O Boticário e Brastemp como as 10 que mais influenciam os consumidores.

O ranking foi feito a partir de 3.285 entrevistas com brasileiros. De acordo com a reportagem da Revista Época, “Os entrevistados foram selecionados para representar um microcosmo da sociedade brasileira.”

O ranking é estanho porque marcas que não atingem o grande público da mesma forma. A marca de número 64 é a Apple, por exemplo. Se a idéia das 3.200 entrevistas era a representar esse microcosmo do Brasil todo, a Apple nem deveria figurar, visto que tem uma penetração muito baixa no Brasil e atinge somente as classes mais elitizadas.

O mesmo vale para o Wal-Mart, que não tem uma expressão tão grande quanto outros varejistas que também estão na lista, como Casas Bahia, Carrefour e Magazine Luiza.

Já a Nike aparece 10 posições abaixo da Adidas, mas não me parece que a Adidas tenha tanta conexão assim além da Nike. Pode ser porque eu seja público-alvo da Nike e tenha uma percepção maior da marca, mas ainda assim o ranking me soa distorcido.

Vale a pena tomar ciência, mas interpretar com bastante ceticismo:

As marcas mais influentes do Brasil (Revista Época)

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Slogans Purina Microsoft

O slogan da Purina é igualzinho ao da Microsoft ou o slogan da Microsoft é igualzinho ao da Purina?

A primeira pergunta – e mais óbvia – é: qual deles veio primeiro?

Mas isso é como a velha história do ovo e da galinha.

A segunda pergunta é mais enfática: será que é plágio?

Se for uma simples coincidência é uma pena, no mínimo, mas se for plágio, aí complica. Falta de ética, para dizer pouco.

Ambas as empresas tem projeção mundial e valores importantes para difundir, além de verbas milionárias para contratar boas empresas para gestão de branding, então não se justificaria uma “coincidência” deste tipo.

Mas se for plágio é pior ainda: alguém copiou descaradamente, alguém aprovou a cópia, muita gente trabalhou nela e quem teve a idéia original foi feito de bobo, para dizer o mínimo.

Mas, no final de tudo, me sobra uma dúvida: onde fica a autenticidade ao se copiar um slogan?

Se o slogan potencialmente reflete a missão de uma empresa, não faz sentido copiar o slogan de outra empresa. O slogan deixa de refletir valores internos da marca e passa a transmitir uma mensagem um tanto vazia.

Neste blog, em post datado de 2006, o slogan da Purina já era este. Pelo que me lembro, a Microsoft lançou o novo slogan em 2008. Tem gente que defende que não é um slogan, é um tagline, mas ainda assim é idêntico!

Ao que me parece, se houve mesmo uma cópia, a Microsoft está em desvantagem.

Deixando os valores de lado, não é a primeira vez que isso ocorre. O Windows é uma versão de interface de software para usuários finais baseada no Star da Xerox. (Sim, foi a Xerox que inventou a interface gráfica, proclamando o fim dos comandos de texto, inovação que permitiu que a computação pessoal tomasse o mundo nas décadas de 80 e 90 e que usuários finais pudessem usar um computador para entretenimento e não só para trabalhar.)

Xerox Star 8010-05O Internet Explorer também tem uma baita mercado porque vinha embarcado no Windows, isto é assunto de um mega-processo da Comunidade Européia contra a Microsoft, aliás.

No fim das contas, quando se fala na casa das centenas de milhões de dólares, parece que ninguém está nem aí para a ética e a autenticidade.

“SHOW ME THE MONEY!”

Pelo menos assim chego a uma conclusão de quem copiou quem, a menos que haja provas em contrário.

Purina 1 x 0 Microsoft

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O @lent acabou de postar este vídeo via Twitter, realmente imperdível:

Sai em 14 de julho a nova versão do Web Trend Map:

#ansiedade!

http://webtrendmap.com/

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Social Media Brasil logo

O Social Media Brasil foi bem bacana.

Encontrei e conheci muita gente por lá, entre eles a Alê Mazzarioli que conheci num curso da Jump. A Alê me apresentou a Andrea Santos, que também é de Uberlândia. De Minas também o Fabio Ricotta, da MestreSEO. Também o Paulo Rodrigo Teixeira do Marketing de Busca, gente finíssima e o Daniel Sayon, que reconheci de nome porque havia acabado de me adicionar no Twitter. Conheci pessoalmente o Alexandre Formagio, que organizou o evento com muita vontade. Já o conhecia da lista de AI e do blog dele, mas pessoalmente ainda não.

No Slide Share já dá para encontrar a maior parte das apresentações que os palestrantes usaram no evento, inclusive na página do usuário oficial do SMBR. Filmaram tudo, mas não sei dizer se será liberado online ou não.

Pelo Twitter, seguindo a tag #smbr dá para ver tudo que o pessoal comentou de lá mesmo, apesar dos problemas com o WIFI. Aliás, o WIFI foi o único problema da organização em si. A galera protestou e tal, mas nada que estragasse a experiência toda. Aliás, rolou um divertido Twitter de papel para os sem-notebook. O evento teve vasta cobertura fotográfica no Flickr, pela tags smbr, socialmediabr e social media brasil.

A escolha dos palestrantes foi bem abrangente, os painéis foram bem estruturados e o que não saiu legal foi mais por conta de cada palestrante. Uma coisa muito reclamada lá era sobre o excesso de jabás. Tanto que alguns palestrantes do sábado cortaram cases das apresentações com receio das críticas, mas quando havia um aprendizado a se compartilhar com o case, não havia tanto problema. Acho que as reclamações rolaram quando era só exibissionismo barato, mas não achei que nada tenha sido tão exagerado assim como os comentários no Twitter levam a crer.

O Edney abriu a sexta-feira falando de números e ética online, foi conciso e bastante direto, com comentários bem colocados e uma postura bem pé no chão. No sábado quem abriu foi o Wagner Fontoura (Boombust/Riot), que deu o recado: “Não vou tentar explicar para este público o que é midia social, presumo que vocês já saibam.”

Faltou este bom senso no fechamento da sexta-feira e no encerramento do evento. As 2 apresentações de fechamento em ambos os dias foram bem fracas, deixando a sensação de que se podia ter passado sem elas. O Edney, curiosamente, participou como convidado no fechamento do sábado, mas não conseguiu salvar a lavoura. Até entendi a intenção do Juliano, mas a postura que ele tomou para se apresentar foi muito ruim. A moça ao meu lado não parava de comentar “Meu Deus, que terrível!”. No fim das contas foi tão bizarro que ficou até engraçado, mas quem levou a sério ficou sem entender onde ele realmente queria chegar. Como dizia a letra do Offspring, tem horas em que você tem de tirar os sapatos, encostar e relaxar! (ouça “Time to Relax” na Maestro.fm ou no próprio site da banda)

No sábado à tarde o Marcelo Tripoli fez uma palestra muito boa, uma das melhores do evento. O cara estava com a voz rouca por conta de uma gripe mas se esforçou para manter o ritmo até o final e fez o auditório cair na risada com alguns vídeos que fizeram história, alguns bem conhecidos outros nem tanto.

Listei os 4 vídeos no Youtube, vale a pena ver:

Na sexta-feira o Gustavo Fortes da Espalhe deu um recado muito bem dado, que não é novo, mas não deixa de ser importante frisar: “mídia social não é viralzinho”. Após o almoço o Ian Black fez uma apresentação que começou fraca mas terminou supreendendo a todos pela discussão ao final, com grande participação da platéia. Caso da Dona Lu na Wunderman foi divertido.

No sábado, o Roberto aLoureiro apresentou o case da Tecnisa em redes sociais, um dos mais sólidos exemplos nacionais de uso da internet com consciência e maturidade. Boas lições e pé no chão: “Experimentamos e temos maturidade para admitir quando erramos”. Ele contou sobre o caso do atendimento na madrugada, que foi criado para estudar uma demanda reprimida e descontinuado com a chegada da “crise” no final de 2008.

Agora, momento #FAIL absoluto do evento foi a apresentação da Performance Media. Não por ter chamado o Doodle da final da UEFA de “Froogle”, que isso foi detalhe mínimo, mas por estar boiando completamente sobre tudo que estava em discussão ali. Como assim vender links patrocinados para blogueiros divulgarem seus blogs? De que adiantou ser patrocinador ouro do evento e subir ali para queimar o filme? Qualquer um pode ficar nervoso ao falar em público, mas ali foi demais. Vi mais gente comentando isso no intervalo, mas só 1 comentário no Twitter. Pelo jeito pouca gente estava prestando atenção porque era momento jabá.

No geral, o evento foi bom. Faltou mais conteúdo, mas valeu a pena. Quem não foi pode ver as apresentações online, porque quem foi tá twittando e blogando até agora.

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Nesta última quinta-feira, dia 28 de maio, fizemos mais um evento sobre Otimização para Sites de Busca, organizado pela Lógica Digital.

Desta vez colocamos a palestra completa para visualização pelo Slide Share:

Além de SEO abordei um pouco sobre marketing digital, história dos buscadores, tendências e finalizei com dicas básicas sobre como conseguir links válidos.

O link para ver no Slide Share é: http://www.slideshare.net/logicadigital/marketing-digital-otimizao-para-sites-de-busca-1506404

Sobre o slide 14, que fala da polêmica declaração do ministro Hélio Costa, vale a pena ler o Bruno Galo no Estadão:

http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,sair-da-web-para-ver-tv-e-ouvir-radio-e-que-nao-e,2560,0.shtm

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Se você ainda tem dúvidas sobre o Twitter e quer entender o porquê desse hype todo em torno de algo (pretensamente) tão simples, há 3 apresentações no Slide Share que vão ajudar.

A primeira é esta, em português, que inclui uma pesquisa feita pela Bullet:

As outras duas são de um cara que descobri (veja só!) pelo Twitter, o William Owen, mais conhecido pelo blog Made by Many.

A primeira apresentação é sobre o buzz em torno do Twitter e a segunda é um case da Anestia Internacional.

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