Está no ar o site de lançamento do Checklist SEO, a metodologia de SEO que eu e o Rodrigo Nascimento da Buscar ID desenvolvemos juntos no início de 2012.

Usar checklists para melhorar processos é extremamente positivo, principalmente quando os resultados são potencializados com a execução completa dos processos. É uma forma de se certificar que todas as etapas do trabalho foram bem executadas, de uma maneira fácil e rápida, com a certeza de que nenhum detalhe passou batido.

Mesmo com todas essas vantagens e, sobretudo, a rapidez e eficiência da adoção desse processo, as pessoas não estão habituadas a utilizar os checklists.

Mas porque mesmo sendo tão vantajoso os profissionais e empresas não utilizam essa técnica no seu dia a dia?

O que acontece é que as pessoas não criaram o hábito de organizar suas atividades em processos e não foram treinadas para gerenciar suas atividades, mas apenas a executá-las conforme lhes foi ensinado. Isso significa que o uso de checklist, além de aumentar a eficiência, pode trazer mais poder a quem executa o processo. Esse pode ser o seu diferencial no trabalho.

Os checklists aumentam as habilidades sem aumentar os recursos!

O objetivo do uso do checklist é usar todo o potencial dos recursos que já existem e trabalhar na redução drástica dos erros.

O Checklist SEO é um curso que utiliza todas as ferramentas dessa técnica aplicadas em uma metodologia desenvolvida para melhora do processo de SEO.

Mais importante ainda depois das mudanças do Google nos últimos anos (e das mudanças mais drásticas dos últimos meses, como o Googel Hummingbird e a chegada dos 100% de not provided no Google Analytics), investir em processos de SEO se tornou fundamental.

O Checklist SEO apresenta uma metodologia de melhora de posicionamento no Google para qualquer tipo de site. Mais do que ensinar como fazer otimização de sites,foca num processo de gerenciamento de SEO alinhado com as últimas mudanças no Google.

São técnicas que podem ser aplicadas por um profissional ou uma equipe e trazem algumas vantagens fundamentais:

  • o trabalho será completo a cada etapa
  • o processo pode ser adaptado conforme o tamanho de cada projeto
  • não se perderá tempo com detalhes sem importância
  • tudo que for executado será documentado

O Checklist SEO ainda incentiva o profissional a dar o seu toque pessoal ao trabalho, acrescentando seu valor com suas próprias etapas do trabalho.

Aprenda a gerenciar o seu processo de trabalho para garantir excelência nos resultados e uso dos recursos em SEO. Use uma metodologia capaz de vencer os desafios apresentados recentemente pelos algoritmos e nunca mais perca o controle sobre a implementação em seus projetos de SEO.

Conheça o melhor Curso de SEO Avançado da atualidade no Brasil, o Checklist SEO!

Então 2014 começou e você decidiu que era a hora de fazer uma aposta séria em marketing por conteúdo e começar a trabalhar essa estratégia, ou começar a trabalhar para valer, preparando um planejamento real.

Afinal, depois de ouvir tanto essa expressão em 2013 – junto com “storytelling” – a marca quer pegar essa onda (e esses resultados). Investir esforços em marketing por conteúdo em 2014 tornou-se uma exigência para integrar redes sociais, campanhas offline e conteúdo de qualidade na busca pelo consumidor.

E antes de achar que marketing por conteúdo é mais do mesmo e é só um termo inventado por criativos que desejam formar uma hype, e que a empresa já faz isso nas mídias sociais, é melhor parar para analisar alguns recursos possíveis de planejamento – e ver que não é tão fácil assim. Conceda um tempo para sua equipe testar a estratégia e depois verifique o retorno, antes de deixar para lá.

Na essência de qualquer conversa, hangouts, podcasts, vídeos, redes sociais, postagens em blogs, tweets, chats, webinars, etc. está sempre o conteúdo. Por isso conteúdo de qualidade combinado com uma boa estratégia de distribuição é fundamental para que o processo funcione. E isso independe do setor da empresa, não importa se éB2B, ou o público-alvo com que trabalha.

Não é uma campanha, é uma estratégia integrada de longo prazo que objetiva conquistar e fidelizar consumidores através de conteúdo relevante.

É um erro, portanto, sair abrindo caminhos, cadastrando-se em todas as redes sociais e publicando aos quatro cantos qualquer tipo de conteúdo, que de repente, vai que, pode ser interessante para o pessoal dessa idade que faz parte do público da marca. Abrir conta do Twitter, Facebook, LinkedIn, Instagram, sem um planejamento para essas redes, é alcançar menos da metade do potencial de resultados.

É importante incluir o seguinte ponto em qualquer estratégia: alinhar conteúdo, perfis sociais e campanhas offline às metas de negócio. Desse ponto de partida saem os objetivos com o conteúdo e portanto:

- público-alvo (e preferências, personas, uma análise completa);

- canais a serem utilizados;

- estratégias de conteúdo: temas, distribuição, linguagem;

- métricas a serem monitoradas e analisadas.

Obviamente que essa é uma lista muito simplificada de uma estratégia de conteúdo completa, mas é um ponto de partida para quem quer começar a se estruturar de verdade.

Conhecer o público, para saber sobre o que esse interessa, quais problemas sua empresa pode ajudá-los a resolver, o que os inspira, não é opcional, é fundamental para qualquer estratégia. Mas não é tão simples quanto na publicidade – e até jornalismo – tradicional. É preciso ir mais fundo nessa análise, que vai permear a escolha dos temas a serem abordados. Quanto melhor a análise de público, melhor pode se estruturar a estratégia. Inclua nessa análise a possibilidade da empresa estar passando por um reposicionamento de marca ou expansão parta captar um novo público-alvo.

O próximo passo é definir os canais de distribuição: site, blog, quais mídias sociais, e ações serão adotadas de acordo com o público e objetivos. É importante nesse ponto escapar do senso comum de investir somente e de imediato nas redes sociais mais conhecidas, como Facebook e Twitter. Essas redes são mais famosas e possuem mais usuários, mas pode não ser o ideal para seu público e segmento de atuação. Existem muitas redes sociais para nichos específicos e pode ser vantajoso estar em uma delas conversando direto com o público interessado no seu tema. Mais chances de obter engajamento e visibilidade.

 Calendário editorial

Planejar um calendário editorial é mais uma etapa que não pode faltar. Ajuda no planejamento geral, economiza tempo, prepara terreno para o futuro e garante que a estratégia esteja sendo executada.

Um calendário completo oferece:

- Controle das publicações e status de trabalho;

- Controle das responsabilidades da equipe;

- Torna possível centrar os temas na necessidade do público;

- Garante o foco nos objetivos estabelecidos no início;

- Prepara o longo prazo da estratégia;

- Desafoga o dia a dia e por isso possibilita mais tempo para preparação do conteúdo;

- Colabora na integração de todas as mídias;

- Colabora para definir as expectativas com relação ao público;

- Cria objetivos para cada ação, integrando ao todo;

- Agiliza a utilização dos recursos da empresa.

Calendarioeditorial

Faça seu próprio calendário.

Inclua numa planilha:

- Dias da semana em que publicará;

- Público-alvo foco daquele artigo/postagem/ação

- Título da postagem

- Detalhes da pauta

- Link de referência (se houver)

- Palavras-chave

-Categoria

- Finalidade do conteúdo (ciclo de compra)

- Multimídia (imagens, vídeos, gráficos, recursos incluídos)

- Pessoa da equipe responsável

- Prazo

Inclua nesse modelo detalhes de necessidades próprias das empresas e ações e melhore com o desenvolvimento do trabalho.

O próximo passo é publicar. E depois medir os resultados das publicações, assunto para outro post.

Você usa calendário editorial? Como você faz para planejar o conteúdo da empresa? Compartilhe com a gente.

Fonte: Marketing de Conteúdo

Incrível depoimento de JP Rangaswami sobre como a informação pode ser vista como comida para o cérebro. Ponto de vista genial.

“Information, if viewed from the point of view of food, is never a production issue. (…) It’s a consumption issue, and we have to start thinking about how we create diets [and] exercise.”

JP Rangaswami

Infographic Yahoo! Facebook Google

O documentário “O que mudou nos últimos 5 anos” foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas pelo mercado da comunicação nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução tecnológica, a partir das entrevistas de personalidades envolvidas nesse mercado.

Findo o UaiSEO, eu havia resolvido ficar um dia a mais em Belo Horizonte para aproveitar o dia na companhia dos amigos que estavam no evento e fariam o mesmo. Como havia decidido isso bem antes do evento, olhei os 3 sites da companhia aéreas que voam de Campinas para Belo Horizonte (que na minha cabeça eram apenas Azul, Gol e TAM).

Sempre preferi voar com a Azul porque os aviões Embraer ERJ tem duas fileiras de dois assentos, o que deixa mais espaço para o passageiro e a viagem mais confortável. Não sei dizer as medidas, mas o espaço para as pernas também me parece ligeiramente maior. A TAM utiliza em maioria o Airbus A320, que é um avião com duas fileiras de 3 assentos, o que obriga as pessoas a ficarem levantando e sentando para dar passagem, além de deixá-las espremidas, já que não há espaço para que os 3 passageiros apóiem os cotovelos com igual conforto, principalmente o passageiro do meio. Como eu sou um cara grande, acho isso bem inconveniente.

Na década de 90 já havia voado com a TAM num Fokker 100, avião bem parecido com os Embraer ERJ 190/195, e a experiência havia sido boa. Mas no retorno do OlhóSEO voltei com a TAM e achei o avião barulhento e apertado demais. Não me lembro se era o Airbus ou outro, só me lembro que era apertado e barulhento, esta era minha principal lembrança recente da TAM.

Quando consultei o site da Azul, achei as passagens salgadas demais e consultei a Gol e TAM, para comparar preços. Com a tarifa da TAM era ligeiramente menor e havia melhor disponibilidade de horário de ida no momento em que consultei o site, resolvi experimentar novamente. Se fosse pela Azul perderia a sexta-feira e indo pela TAM conseguiria ir a noite, aproveitando o dia todo no escritório.

Eis que consulto o site da TAM, que me pergunta de qual aeroporto quero partir quando digito o nome da cidade:

Não conheço o mercado de aviação a fundo, mas como passageiro minha expectativa é chegar a uma cidade num determinado aeroporto e voltar para a cidade de origem pelo mesmo aeroporto. Se o site me pergunta de qual cidade ou aeroporto quero partir, presumo que uma vez escolhido, este será o aeroporto de partida e o de chegada.

Na tela seguinte, o site me mostra opções de horários de voos e preços (simulei as datas escolhendo as mesmas opções que anteriormente, uma sexta-feira para ida e um domingo para a volta):

No dia em que fiz a compra, me atentei para os horários disponíveis e preço das passagens. Não reparei em dois itens fundamentais: a passagem  mais barata tem ao lado do horário a sigla PLU, que agora sei que significa PamPuLha e abaixo do código do voo tem escrito em letras bem pequenas e de cor cinza clara: “Operado por Trip”. Além disso, há um ícone de avião cuja legenda significa: “Operado por Cia. aérea parceira.”

Escolhi os horários de voo e custos mais convenientes e fiz a compra, seguro de que havia comprado dois voos com a TAM.

Por uma falha minha ao consultar minha “Confirmação de Reserva” no domingo de manhã, observei somente o horário de partida, pois sabia que deveria chegar 1 hora antes ao aeroporto e agora havia percebido o quanto o aeroporto de Confins ficava afastado de Belo Horizonte. Achei que Confins fosse um bairro distante, mas é outra cidade, inclusive.

Veja que na tela de impressão que o site da TAM gera após a compra das passagens, o nome do aeroporto aparece logo após o nome da cidade, mas a informação relativa à companhia aérea que opera o voo recebe pouquíssimo destaque (um tom de cinza quase invisível), o que induz ao erro:

Ao chegar ao aeroporto de Confins na tarde do domingo me deparei com uma fila no Check-In da TAM que tinha algo entre 80 e 100 pessoas, pelo menos. A fila saía da área demarcada com bastões e fitas e se estendia por mais uns 20 metros. Preocupado em não perder o limite de horário do Check-In, me dirigi aos totens após a fila e digitei meu número “localizador” da passagem.

Eis que o computador me respondeu que não havia encontrado nada. Já bastante preocupado, me dirigi a uma pessoa da equipe da TAM e pedi ajuda. A expressão de espanto no rosto do funcionário me deixou ainda mais preocupado, assim como sua resposta:

- “Senhor, a TAM não não possui nenhum voo operando de Belo Horizonte para Campinas neste horário.”

Confirmei que havia comprado a passagem no site da TAM e que tinha certeza absoluta do horário do voo. Ele anotou meu “localizador” e foi até atrás do balcão de Check-In, voltando em menos de 1 minuto com a resposta:

- “Senhor, este voo é operado pela Trip e sai da Pampulha.”

A ficha caiu e fiquei decepcionado comigo mesmo por não ter olhado algo que era tão importante. Na minha cabeça a certeza era tão grande, que nem passou pela minha cabeça olhar o aeroporto, me parecia óbvio que se cheguei por Confins deveria voltar por lá.

Fui instruído pelo funcionário a ir até o balcão da Trip (cerca de uns 5 metros de onde estávamos). Ao chegar lá, não havia ninguém no atendimento da Trip. Aguardei cerca de 2 minutos até que um funcionário chegasse ao balcão, informei meu “localizador” e perguntei sobre a remota possibilidade de fazer o Check-In ali e tentar chegar ao aeroporto da Pampulha em tempo.

Como faltavam então somente 45 minutos para o voo, fui desencorajado a tentar e ele me sugeriu marcar outro voo, já avisando que não teria disponibilidade de outro voo no mesmo dia para o destino Campinas e nem no dia seguinte. Me sugeriu ir até o balcão ao lado, da TAM Star Alliance e remarcar meu voo.

Cheguei ao balcão da TAM Star Alliance, contei a história, a funcionária lamentou o ocorrido e procurou outro voo, pelo qual paguei remarcação no valor de R$ 174,00, me certificando de que seria numa aeronave da TAM e que partiria de Confins, o mais cedo possível, afinal eu tinha um compromisso importante na manhã seguinte (hoje) em Campinas. Ela mesma pegou uma agenda e me sugeriu 3 opções de hospedagem “relativamente próximas” ao aeroporto de Confins.

Liguei do meu celular para os 3 hotéis, fiz a reserva e paguei táxi tanto para ir quanto para voltar. No final das contas, dormi uma noite bem ruim, esperava chegar em casa ainda no domingo e me preparar logo na segunda de manhã para os compromissos do dia.

Hoje consultei o site da TAM em busca de informações sobre a parceria com a Trip Linhas Aéreas e não fui capaz de encontrar nada no site. A página de Parceiros nem mesmo inclui a Trip na listagem:

http://www.tam.com.br/b2c/vgn/v/index.jsp?vgnextoid=b3aa5892584ca210VgnVCM1000009508020aRCRD

No final das contas, eu que esperava mudar minha imagem recente da TAM, mudei para pior. Olhando para o site hoje, percebi que a forma como a informação é exibida induz o cliente ao erro. Seria bom se a TAM fizesse um bom teste de usabilidade no site e repensasse a navegação, que deixa muito a desejar.

Minha experiência como cliente não foi das melhores. Não atribuo toda a culpa à TAM, mas digo com certeza que o site induz ao erro.

Ao agregar mais produtos ao portfólio sem ser absolutamente transparente e clara com o cliente, a TAM me deixou na mão. Eu provavelmente não voarei mais com a TAM se tiver opção de voar com outra companhia, mesmo que seja um pouco mais caro. Ao comprar uma passagem no site da TAM, esperava voar com a TAM e não com outra empresa. Se quisesse voar com outra empresa, compraria uma passagem via Star Alliance.

Resumo geral da experiência: despesa extra de mais 30% com a remarcação da passagem, duas viagens extras de táxi de e para Confins e uma noite mal dormida longe da minha filha e da esposa, que me esperavam domingo a noite em casa.

PS: a impressão de avião barulhento sumiu, o Airbus A320 não é barulhento não, é até bem silencioso e tem um pouso suave, mas que é bem apertado, isso é.

O UaiSEO 2011 foi um exemplo de evento de SEO. Nesta terceira edição, o evento amadureceu, se profissionalizou e alcançou um nível bastante alto em diversos aspectos:

  • A grade de palestras foi muito bem montada e apresentou um excelente nível de complementaridade
  • O cronograma foi cumprido à risca. Ninguém estourou o horário (exceto eu, que extrapolei em 1,5 minuto)
  • Com palestras de 45 minutos, foi possível montar uma grade de 8 palestras num único dia, ampliando a variedade de temas (para um evento de 1 dia só, foi excelente!)
  • O Hotel escolhido tinha estacionamento, estrutura para receber e um auditório fantástico, com 3 telões (!)
  • A galera da Seleto Marketing Digital se lembrou de detalhes essenciais, como tomadas distribuídas ao longo de todo o auditório (isso é uma reclamação constante nos eventos)
  • A internet contratada deu conta do recado. Todos sabem que banda é um problema no Brasil e quase todos os eventos falham neste quesito. É óbvio que não dá para esperar uma velocidade igual à de casa ou do escritório, mas eu subi minha apresentação na hora e não falhou, subiu bem rápido
  • Os coffee-breaks deram um show, com variedade, qualidade e quantidade de sobra. Foi um aspecto altamente elogiado
  • O preço do evento foi super acessível

O Alberto André está de parabéns, conseguiu realizar um evento regional de SEO que certamente está os 3 melhores já realizados no Brasil nestes últimos 3 anos.

Me esforcei para levar um conteúdo de um bom nível e fazer valer o convite do Alberto para dividir o palco com caras que literalmente me ensinaram o que sei. Foi uma grande honra fazer parte de uma grade com tanta gente de primeira linha no SEO nacional. Agora talvez fique menos difícil responder à pergunta: “O que é conteúdo de qualidade, afinal?”

Compartilhei a apresentação no meu SlideShare:

PS: show a parte foi dividir o quarto com o @guanabara e o @gustavobacchin, chorei de rir com esses caras!

PS2: para fechar com chave de ouro, o @digowars da Buscar SEO deu um churras no domingo, coisa fina.

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