Frases importantes

1 dezembro 2010

Frase Clay Shirky

“It’s not information overload it’s filter failure.”

“Não é overdose de informação é falha de filtro.”

Clay Shirky

Frase Richard Saul Wurman

“My expertise has always been my ignorance, my admission and acceptance of not knowing (…) When you can admit that you don’t know, you are more likely to ask the questions that will enable you to learn.”

“Meu expertise tem sempre sido minha ignorância, minha admissão e aceitação do não saber (…) Quando você consegur admitir que não sabe, está mais apto à  fazer as perguntas que lhe permitirão aprender.”

Richard Saul Wurman – essa frase é do livro genial Ansiedade de Informação 2

Frase Andrew Carnegie

“People who are unable to motivate themselves must be content with mediocrity, no matter how impressive their other talents.”

“Pessoas incapazes de motivar a si mesmas devem se contentar com a mediocridade, não importa quão impressionantes sejam seus talentos.”

Andrew Carnegie

Frase Ralph Waldo Emerson

“What lies behind us and what lies before us are tiny matters compared to what lies with in us.”

“O que está por trás de nós e o que está diante de nós são coisas minúsculas comparadas ao que está dentro de nós.”

Ralph Waldo Emerson

Frase Fernando Lapolli

“De que adianta achar o culpado se o problema continua sem ser resolvido?”

Fernando Lapolli

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Um tweet do Bruno Torres ontem e algumas reações a ele me puseram a pensar nesse assunto novamente. Uma das boas reações foi um post da @renatatr, que vale a pena ler. Por várias vezes me vi explicando o que é SEO para clientes e vê-los fazer confusões naturais com outras áreas, por isso acho  importante pensar no que é SEO e no que não é SEO.

Alguns profissionais de SEO defendem uma abordagem bastante direta, focada e eventualmente taxada de tecnicista: SEO é Otimizar um Site para Buscadores, ou seja, configurar, ampliar e melhorar os aspectos técnicos do site para que o buscador o entenda melhor, e ponto final.

Nesta abordagem, fala-se muito do lado técnico do SEO:

  • HTML semântico bem escrito e estruturado de forma lógica, com códigos CSS, Javascript e jQuery em arquivos externos, deixando no HTML somente o conteúdo puro
  • robots.txt formatado e escrito de maneira correta
  • Geração de sitemaps.xml para sites grandes, ajudando os bots a acharem as páginas e as rastrearem
  • Meta dados formatados corretamente e sem excessos (como meta keywords, praticamente inúteis atualmente)
  • Uso de microformatos para dados estruturados, que permitem a geração de rich snippets nas SERP’s

Existem outros aspectos técnicos que merecem atenção, mas a lista já exemplifica bem o que chamei de “SEO técnico”.

Porém, como SEO não é uma disciplina isolada do mundo e interage com outras áreas, fala-se muito também do lado estratégico do SEO, que tangencia áreas como Usabilidade, Webwriting, Arquitetura da Informação, Marketing e dezenas de outras disciplinas cujos próprios limites não são totalmente exatos.

Um dos clássicos gráficos do Nathan Shedroff tentando classificar a área de Experiência do Usuário é um bom exemplo do quanto é difícil classificar uma área multisciplinar:

Domínios da experiência do usuário - Nathan Shedroff

Em SEO acontece o mesmo problema. Ao mesmo tempo em que o conhecimento técnico é fundamental, a atuação integrada com áreas correlatas é substancialmente importante para ter sucesso.

No SEOcamp 2009 ouvi pela primeira vez alguém falar sobre CRO (Conversion Rate Optimization), quando o Kavinski deu a palestra do sábado. Desde então ouvi falar cada vez mais de CRO e integração de SEO com outras áreas. Nem é questão de afrescalhar a discussão e chamar isso de “tendência”, é uma coisa quase óbvia: você precisa saber o que fazer com os visitantes depois que ele chegam ao site!

Eu não vejo como escopo de SEO tratar de usabilidade, arquitetura da informação e webwriting, por outro não consigo mais ver arquitetura da informação e webwriting sem pensar em SEO. Até dá para imaginar SEO feito sem AI e webwriting, mas o contrário já é impossível para mim.

Da mesma forma, é impossível fazer SEO sem bons conhecimentos em WebAnalytics. Você não precisa dominar o G. Analytics como o @DiogenesPassos, mas sem análise de dados de tráfego SEO é quase… nada.

Então, voltemos ao problema original. O que é SEO e o que não é SEO?

SEO envolve todo o processo de uma busca:

Grafico SEO: antes, durante e depois

Antes da busca: a tomada de decisão do usuário: o que buscar, qual buscador usar, qual palavra digitar.

A conversão na interface de busca: o momento de ouro do SEO. Posição do site no ranking e texto da snippet fazem toda a diferença.

Pós-clique: depois que o usuário acessa o site, as diversas formas de gerar uma conversão.

É no pós-clique que a maioria das confusões começa. SEO pode ajudar a melhorar até a usabilidade do site, mas não é seu escopo de trabalho. Já arquitetura de informação interfere no SEO, portanto é escopo de trabalho. Não que o SEO vá fazer a arquitetura do site, mas por vezes precisará alterá-la, ampliá-la e até mesmo canonizar páginas que precisam estar duplicadas.

É aí que mora o perigo: quando SEO e outras áreas interagem, mas uma não interfere na outra, a tendência é que não surjam problemas no processo de desenvolvimento e manutenção do projeto. Mas quando uma coisa interfere na outra, começam as discussões sobre o que é e o que não é escopo de cada área.

O que já é consenso é que o sucesso só é alcançado com interação positiva: bom design, boa arquitetura, bom conteúdo, boa navegação. Sem interação positiva, é bom se preparar para longas discussões sobre o que é SEO… de novo.

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No último dia 23 dei uma palestra na Faculdade Anhanguera em Campinas. A idéia original era falar sobre Inovação para fechar o Mês do Administrador, mas batendo um papo com o Coordenador do curso, resolvemos forçar a barra e ir um pouco mais longe.

Acabei de ler recentemente A Vida Social da Informação, do Selly Brown, ex-Cientista Chefe do PARC da Xerox. No livro um dos temas principais é a desintermediação. Resolvi falar sobre isso porque é um tema abrangente e abre a mente para pensar em como a tecnologia afeta os negócios.

Por fim, fechei a apresentação falando sobre a educação, usando alguns comentários que o Alvin Tofler, um pensador que admiro muito, faz neste vídeo aqui:

A palestra está disponível no SlideShare em licença Creative Commons:

Agradeço também ao convite do Prof. Msc. Ricardo Almeida, que deu abertura para explorar o tema.

As fotos da palestra estão no Flickr.

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Fantástica esta apresentação do Rob Garner sobre projetos de sites com foco em visibilidade, com abordagem clara e estruturada.

Destaque especial para o slide 9 (vale até transformar num CheckList):

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Este vídeo discute rapidamente como tratar o texto na web usando princípios de Usabilidade, Arquitetura de Informação e, de quebra, SEO:

Um bom site deve alinhar tanto quanto possível: boa usabilidade, boa arquitetura, bom marketing e bom SEO, tudo com foco no foco do usuário.

Só assim dá para sobreviver a usuários acostumados a julgar tudo em poucos segundos!

Esta semana sai um livro chamado “Você tem 5 segundos”, do Juan Camus. Vi o vídeo no site dele. O livro trata exatamente sobre como produzir texto para web, considerando as questões que o vídeo aborda. Por hora, sai só em espanhol…

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Arquitetura de Informação por Saul Wurman

“Effective information architects make the complex clear; they make the information understandable to other human beings. If they succeed in doing that, they’re good information architects. If they fail, they’re not.”
Richard Saul Wurman, em Ansiedade da Informação 2

“Bons arquitetos de informação tornam o complexo claro, tornam a informação inteligível para outros seres humanos. Se eles tem sucesso fazendo isto, são bons arquitetos de informação. Se falham, não são bons.”
Richard Saul Wurman inventou a Arquitetura de Informação em 1976.


Joshua Porter

“People should never feel like a failure when using technology. Like the customer, the user is always right. If software crashes, it is the software designer’s fault. If someone can’t find something on a web site, it is the web designer’s fault… The big difference between good and bad designers is how they handle people struggling with their design. Technology serves humans. Humans do not serve technology.”
Joshua Porter

“As pessoas nunca deveriam sentir que falharam usando a tecnologia. Assim como o cliente, o usuário está sempre certo. Se o programa dá pau, a falha é dos projetistas do software. Se alguém não acha algo em um site, a falha é do webdesigner… A grande diferença entre bons e maus designers é como eles lidam com as pessoas lutando com seu design. A tecnologia serve aos humanos. Humanos não servem à tecnologia.”


Charles Mingus about creativity

“Making the simple complicated is commonplace; making the complicated simple, awesomely simple, that’s creativity.”
Charles Mingus

“Tornar o simples complicado é lugar-comum, fazer o complicado simples, impressionantemente simples, isso é criatividade.”

Pinçado do incrível UX Inspire!

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UX Booth

O Rodrigo Teixeira fez um post com uma dica bacana para os iniciantes e também para os iniciadosem Arquitetura da Informação. A imagem acima é dele, inclusive.

O UX Booth montou um guia bem interessante sobre AI, com links, definições, referências e aplicativos mais usados na área. Tudo está rapidamente comentado e definido para facilitar o entendimento de quem está tomando contato com a área ou quer ter uma visão mais ampla do que anda acontecendo no mercado.

Leitura imperdível.

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O The Poynter Institute, de St. Petesburg, na Flórida, fez um estudo de eye-tracking com 582 pessoas para entender  como as pessoas lêem jornais, tablóides e websites. A pesquisa gravou os hábitos de leitura destas pessoas para descobrir quais itens atraiam mais o olhar e faziam as pessoas prestarem mais atenção ao conteúdo.

O instituto produziu um vídeo que resume a metodologia da pesquisa e dá um panorama das conclusões.

poynter - eyetracking study

Este tipo de pesquisa ajuda a responder algumas perguntas fundamentais, como por exemplo:

Como as pessoas consomem uma informação?
Como elas processam esta informação?
Como a informação é compreendida pelas pessoas?

Algumas descobertas foram resumidas no site. Entre elas algumas que só confirmam aquilo que os designers já sabem, como o fato de que manchetes grandes são mais lidas que manchetes com textos menores.

Mas algumas descobertas-chave trazem luz ao design, confirmando que certas escolham de design de fato contribuem para o entendimento do conteúdo apresentado. Por exemplo, resumos laterais com fotos tendem a ser vistos 34% a mais do que esperado pelos pesquisadores, que já haviam feito pesquisa similar em 1990.

O mais curioso é o volume de texto lido conforme aumenta o tamanho do texto. Ao contrário do que vem se afirmando continuamente nos últimos, online as pessoas lêem mais o mesmo texto do que na versão impressa!

É possível comprar uma cópia impressa da pesquisa no site, caso você queira.

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User Experience (UX) – usually in relation to User Experience Design.

Some places to get definitions of user experience:

* Wikipedia – User experience design (English, Dec 1 2008)

“User experience design is a subset of the field of experience design which pertains to the creation of the architecture and interaction models which impact a user’s perception of a device or system. The scope of the field is directed at affecting all aspects of the user’s interaction with the product: how it is perceived, learned, and used.”

* User experience network

“User Experience (abbreviated: UX) is the quality of experience a person has when interacting with a specific design. This can range from a specific artifact, such as a cup, toy or website, up to larger, integrated experiences such as a museum or an airport.”

* Nielsen Norman Group

“User experience encompasses all aspects of the end-user’s interaction with the company, its services, and its products. The first requirement for an exemplary user experience is to meet the exact needs of the customer, without fuss or bother. Next comes simplicity and elegance that produce products that are a joy to own, a joy to use. True user experience goes far beyond giving customers what they say they want, or providing checklist features. In order to achieve high-quality user experience in a company’s offerings there must be a seamless merging of the services of multiple disciplines, including engineering, marketing, graphical and industrial design, and interface design.”

Fonte: http://uxbookclub.org/doku.php?id=user_experience

Meu cunhadão ponta-firme quebrou um galhasso pra mim e trouxe 3 encomendas direto da Amazon para mim:

Louis Rosenfeld, Peter Morville and Cristina Wodtke are back in town!

Como minha outra edição do Information Architecture For The World Wide Web foi surrupiada, tive a desculpa ideal para ter em mãos agora a 3ª edição.

Antes que perguntem, até que eu termine de ler e grifar, não empresto e não vendo.

Louis Rosenfeld, Peter Morville and Christina Wodtke are back in town!

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O assunto deste blog não é economia, mas essa balela de crise afeta direta/indiretamente todos nós no mercado da comunicação.

Não é de hoje que esse comportamento de manada no mercado de comunicação (publicidade, propaganda, design e marketing de forma geral) prejudica tanto os profissionais das empresas (agências, produtoras, escritórios e agregados) quanto os clientes que seguem discursos como o do Nizan Guanaes.

[seguir os links deste post pode trazer boas surpresas]

Para quem (ainda) não sabe, recentemente o Nizan Guanaes (Africa e afins) e o Fábio Fernandes (o F da F/Nazca Saatchi & Saatchi) tiveram um arranca-rabo no Maxi Mídia 2008. O Fábio enviou um comunicado posterior falando sobre o ocorrido.

Para terminar este prólogo, recebi hoje da galera Hera o texto abaixo do honorável Stephen Kanitz, que explica muito bem porque esse papo de crise é balela da mídia para vender mais jornal (e mais TV, mais rádio, mais revista, enfim… não pode faltar assunto né…).

Um grande amigo meu foi uma das vítimas da crise, demitido de uma grande agência de São Paulo por ser contratado via CLT, o que “gerava muitos custos para a agência”. É por essas e outras que muitas vezes eu tenho nojo do mercado. Como este mesmo amigo meu disse, ninguém vendeu seus Jaguares e New Beetles antes de demitir suas equipes ou avisar que ninguém tira férias ou recebe aumento né?

Boa leitura!

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O que Fazer Nesta Crise? (muito bom)
Stephen Kanitz
Toda crise tem sete fases.
Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica,
é tudo boato.
Fase 2. Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.
Fase 3. O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.
Fase 4. O problema é muito grave mas as medidas emergenciais
surtirão efeito.
Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder.
Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados.
Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes.

Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia
estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de
chegarmos na Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar
“que esta crise é igual ou pior que a de 1929″, como vários á
falaram, ou escrever no jornal “as conseqüências da crise chegaram
definitivamente no Brasil”, como já foi publicado, e gerar pânico por
aqui.

Não, a crise ainda não chegou no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e
mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá
vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco
mas não o seu emprego.

Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise
de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que
durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos
Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses. Se tivessem
líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a
público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos
próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário
do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses.

Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise
era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando
sua poupança e prevendo o pior. Ninguém sabe quem serão os 25% de
desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um
único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra
alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para
economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras
evitando a espiral recessiva.

Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929
como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os
bancos, o que aconteceu agora na Europa.

A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação
premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o
que vier, especialmente se for notícia ruim. Nenhum banco comercial
irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou
dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram mas ninguém
percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929,
está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos
demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai
acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma
semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está
aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco.

Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu
fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo
neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo
depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está
saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a
vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais
faria. Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem
querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas
porque não venderam na “alta”.

Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos
implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas
felizmente foi uma lei que “não pegou”. Problema a menos. Só temos
bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco
Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco
alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de
investimentos americanos. O Brasil não está alavancado. Nossos
créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem
crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados
em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando
problemas.

Nosso Banco Central adotou, o que venho alertando há anos a países e
famílias – a política de ter reservas para os dias de crise e hoje
temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para
sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir
furos de caixa. Temos um sistema financeiro dos mais modernos e
rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90.
Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque
entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro
banco numa crise destas.

Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas reservas, a
competência de Henrique Meirelles, primeiro administrador financeiro
(Coppead) a comandar o nosso Banco Central, e já se nota a diferença.
Está na hora de mostrarmos ao mundo que como a China e Índia, nós
vamos crescer via mercado interno, com produtos populares, tese que há
anos venho defendendo. Esta é a hora de mostrar o que DÁ CERTO no
Brasil em vez de conseguir fama no rádio e na televisão mostrando o
que poderia dar errado. Lembre-se que os verdadeiros culpados já estão
se movimentando para culpar os inocentes, e assim saírem incólumes e
mais poderosos.

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Conteúdo para TV digital, ferramentas web e arquitetura da informação serão temas do evento da Embrapa Informática Agropecuária.

A cidade de Campinas (SP) receberá no dia 4 de novembro um seminário sobre Organização da Informação Digital, realizado pela Embrapa Informática Agropecuária. O evento irá reunir pesquisadores, docentes e estudantes das áreas de informação, informática e comunicação.

Dentre os temas, serão abordados preservação digital, arquitetura da informação, metadados geoespaciais, ferramentas para web e produção de conteúdo para TV digital. Os palestrantes serão especialistas da própria Embrapa, da Universidade Estadual de Campinas, Ministério do Meio Ambiente e Tribunal de Contas da União.

As incrições podem ser feitas no site do seminário. Informações pelo telefone (19) 3211.5795 ou pelo site

Fonte: Redação do IDG Now!

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