O Paul Isakson é o cara que criou uma das apresentações mais vistas do SlideShare, com quase 150.000 visualizações. “What’s Next In Marketing & Advertising” ajudou a mudar a forma como as pessoas viam o futuro próximo do Marketing, incluindo aí a mídia, o branding, a web, a TV e o relacionamento com os clientes.
Ele acaba de publicar uma nova apresentação, abordando as mídias sociais.
Para muita gente será somente mais do mesmo, mas é uma abordagem direta e interessante, com boas citações em ordem lógica. Está em inglês, mas o vocabulário é simples, então mesmo que você não seja fluente dá para apreciar o conteúdo.
Invista 5 minutos do seu dia:
Os slides 13 e 16 são especialmente interessantes.
O slide 13 para justificar investimentos cada vez maiores em Search Engine Optimization.
O slide 16 para ajudar quem se acha “de fora do meio” na internet a enxergar de uma vez por todas que a sociedade adotou novos comportamentos com a web, e eles são irreversíveis:
- Nenhuma marca desconhecida poderá crescer sem considerar seriamente a web e as mídias sociais
- É fundamental fazer a gestão da reputação online
- A ética do consumo mudou consideravelmente, as empresas que não tiverem foco de verdade no cliente cedo ou tarde serão desmascaradas e prejudicadas
Mas o insight mais bacana da apresentação do Isakson é este: LISTEN (ESCUTE).
Se a sua empresa acredita que não tem nada a dizer ou não sabe qual é a melhor forma de participar da conversa, pelo menos escute. Certamente exisitirão poderosas dicas e pistas sobre o que os seus clientes realmente querem ou precisam!
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As 75 marcas mais influentes do Brasil
21 Junho 2009
A consultoria Sart Dreamker desenvolvou um índice que se destina a medir a conexão das pessoas com as marcas, o IHCM - Índice de Conexão Humana das Marcas, também conhecido como BrandTouch.
No Brasil, a pesquisa apontou as marcas Coca-Cola, Nestlé, Sadia, Natura, Rede Globo, Mc Donald’s, Adidas, Danone, O Boticário e Brastemp como as 10 que mais influenciam os consumidores.
O ranking foi feito a partir de 3.285 entrevistas com brasileiros. De acordo com a reportagem da Revista Época, “Os entrevistados foram selecionados para representar um microcosmo da sociedade brasileira.”
O ranking é estanho porque marcas que não atingem o grande público da mesma forma. A marca de número 64 é a Apple, por exemplo. Se a idéia das 3.200 entrevistas era a representar esse microcosmo do Brasil todo, a Apple nem deveria figurar, visto que tem uma penetração muito baixa no Brasil e atinge somente as classes mais elitizadas.
O mesmo vale para o Wal-Mart, que não tem uma expressão tão grande quanto outros varejistas que também estão na lista, como Casas Bahia, Carrefour e Magazine Luiza.
Já a Nike aparece 10 posições abaixo da Adidas, mas não me parece que a Adidas tenha tanta conexão assim além da Nike. Pode ser porque eu seja público-alvo da Nike e tenha uma percepção maior da marca, mas ainda assim o ranking me soa distorcido.
Vale a pena tomar ciência, mas interpretar com bastante ceticismo:
As marcas mais influentes do Brasil (Revista Época)
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Quando alguém tem um slogan igual ao seu
16 Junho 2009

O slogan da Purina é igualzinho ao da Microsoft ou o slogan da Microsoft é igualzinho ao da Purina?
A primeira pergunta – e mais óbvia – é: qual deles veio primeiro?
Mas isso é como a velha história do ovo e da galinha.
A segunda pergunta é mais enfática: será que é plágio?
Se for uma simples coincidência é uma pena, no mínimo, mas se for plágio, aí complica. Falta de ética, para dizer pouco.
Ambas as empresas tem projeção mundial e valores importantes para difundir, além de verbas milionárias para contratar boas empresas para gestão de branding, então não se justificaria uma “coincidência” deste tipo.
Mas se for plágio é pior ainda: alguém copiou descaradamente, alguém aprovou a cópia, muita gente trabalhou nela e quem teve a idéia original foi feito de bobo, para dizer o mínimo.
Mas, no final de tudo, me sobra uma dúvida: onde fica a autenticidade ao se copiar um slogan?
Se o slogan potencialmente reflete a missão de uma empresa, não faz sentido copiar o slogan de outra empresa. O slogan deixa de refletir valores internos da marca e passa a transmitir uma mensagem um tanto vazia.
Neste blog, em post datado de 2006, o slogan da Purina já era este. Pelo que me lembro, a Microsoft lançou o novo slogan em 2008. Tem gente que defende que não é um slogan, é um tagline, mas ainda assim é idêntico!
Ao que me parece, se houve mesmo uma cópia, a Microsoft está em desvantagem.
Deixando os valores de lado, não é a primeira vez que isso ocorre. O Windows é uma versão de interface de software para usuários finais baseada no Star da Xerox. (Sim, foi a Xerox que inventou a interface gráfica, proclamando o fim dos comandos de texto, inovação que permitiu que a computação pessoal tomasse o mundo nas décadas de 80 e 90 e que usuários finais pudessem usar um computador para entretenimento e não só para trabalhar.)
O Internet Explorer também tem uma baita mercado porque vinha embarcado no Windows, isto é assunto de um mega-processo da Comunidade Européia contra a Microsoft, aliás.
No fim das contas, quando se fala na casa das centenas de milhões de dólares, parece que ninguém está nem aí para a ética e a autenticidade.
“SHOW ME THE MONEY!”
Pelo menos assim chego a uma conclusão de quem copiou quem, a menos que haja provas em contrário.
Purina 1 x 0 Microsoft
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50 logotipos reestilizados
21 Maio 2009
Toda vez que um logotipo é reestilizado uma polêmica toma conta do assunto. Será que precisava? Era hora de fazer isso? Ficou melhor, pior?
A Xerox e a Vale do Rido Doce já haviam causado alvoroço recentemente com novos logotipos.
A We Function agora comparou 50 designs bastante conhecidos, incluindo logotipos, carros e até o iPod. O post já tem 434 comentários e 233 diggs:
http://wefunction.com/2008/10/50-stunning-examples-of-a-great-redesign/
A Under Consideration também mantém uma comparação similar de logotipos novos e antigos, que é constantemente atualizada.
Quando for repensar seu logotipo e o de um cliente, prepare bons argumentos que justifiquem a troca, porque identidade não é moleza não!
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O branding invisível
1 Abril 2009
Branding é um assunto muito extenso e muito mais intangível do que tangível, por isso mesmo é que nem todo mundo gosta.
É sabido que boa parte do valor de grandes empresas é atribuído ao valor de suas marcas, mas como definir este valor para quem precisa tangibilizar em números?
A Neutron LLC comparou alguns destes aspectos difíceis de demonstrar, separando o que pode ser visto do que não pode ser visto assim tão facilmente:

Do lado do Branding Visível:
- garantias
- anúncios de propaganda
- comunicação com parceiros
- fotografia
- presença online
- propaganda com foco na definição do posicionamento estratégico
- anúncios para gerar vendas
- pontos de venda
- experiência do usuário/cliente
Do lado do Branding Invisível:
- visão do presidente
- treinamento da equipe
- estratégia de precificação
- relacionamento com clientes
- comunicação com a força de vendas/comunicação da força de vendas
- patrocínios
- relações públicas
- escolha de canais de venda
Alguns aspectos podem ser até mensurados com uso de Balanced Scorecard e outras ferramentas de gestão, mas como atribuir valor à visão do presidente? Não é missão para qualquer um, sem dúvida.
Da mesma foram, definir o que, quem ou quando patrocinar não é moleza.
Me lembro quando o Guga (o tenista) se envolveu num imbróglio entre a Diadora e a Olympikus na Olimpíada de Sydney em 2000. Obrigado pelo do COB a usar o unifome oficial da Olympikus, Guga estava amarrado a um contrato que defendia a relação de muitos anos que havia construído com a Diadora. No final das contas, Guga jogou com uma camisa sem marca, somente com os aros olímpicos. O valor que isso teve tanto para a marca quanto para a imagem do Guga foi fantástico. Se me lembro bem, partiu do próprio Guga a iniciativa de defender sua relação com a Diadora, que o apoiava fazia muitos anos.
O jogador demonstrou enorme caráter, e assim fez a marca também quando o desobrigou do uso para que pudesse jogar as Olimpíadas sem ter de comprar uma briga definitiva com o Comitê Olímpico. Este tipo de exposição não tem preço. Quer dizer, tem sim. Patrocinar um atleta durante muitos anos, tanto em momentos bons quanto nos ruins!
A Dell também arriscou e levou a melhor nos anos 80/90 quando escolheu canais de venda diretos com os consumidores, sem distribuidores, revendas e outros intermediários. Grande parte da força da marca nasceu daí.
Vale a pena refletir sobre quais os aspectos da sua marca que a fazem melhor/maior/diferente/exclusiva/valiosa e escolher de que lado do branding está o seu maior valor.
É provável que grande parte do valor nem mesmo você tenha visto ainda…
Peguei a dica no blog do Miguel Cavalcanti, que por sua vez pegou a dica no Twitter do Jordão.
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Coisas para se pensar…
11 Dezembro 2008


http://www.flickr.com/photos/dinosonic/sets/72157607298715852/
Mais uma dica que devo ao Salsicha.
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As maiores marcas do mundo em 2008
23 Setembro 2008

A Global Brands divulgou a edição 2008 do relatório das melhores marcas (sic) do mundo. O relatório se baseia no valor de mercado das empresas ano após ano.
Dentre as 10 primeiras, a única mudança de posição ocorreu entre a IBM (que passou da 3ª para a 2ª posição) e a Microsoft (que caiu para 3ª).
O Google subiu de 20ª marca para 10ª marca em 2008. Já o Yahoo! caiu de 55ª para 65ª. Um sobre 10 posições, outro cai 10. Muito provável que tenha havido uma queda no valor das ações por conta da oferta hostil da Microsoft e o posicionamento incerto do conselho do Yahoo! frente à insistência na compra. Ainda deve rolar mais água debaixo desta ponte ainda em 2008.
Na lista há também vários bancos que estiveram na mídia nos últimos dias por conta da bagunça na economia americana, entre eles Merryll Lynch, Morgan Stanley, AIG.
Já a Coca-Cola continua lá no topo, intocável.
Enfim, é uma bela lista de 100 logotipos históricos!
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Quando um cliente solicita um planejamento de projeto o uso das palavras corretas nos lugares corretos pode fazer a diferença entre um envolvimento maior ou menor da equipe de projeto, principalmente se o projeto envolver a criação de um conceito para uma marca, o que é muito comum em Hotsites e sites experimentais, por exemplo.
Comecei a pensar nisso depois que uma simples troca de palavras levou à uma disussão xiita sobre o qual o objetivo do projeto. Depois de 3 horas de discussão o cliente conseguiu demonstrar o seu ponto vista de uma forma tão clara e tão nítida como eu nunca tinha visto antes. Para comunicar aos outros envolvidos no projeto as razões da mudança, precisei explicar os diferentes focos de atuação do design e do marketing, as complementaridades e porque toda a mudança de rumo havia acontecido.
Uma parte deste texto está aí logo abaixo. Foi bom revistar as origens, mais uma vez.
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Num mundo onde o universo de produtos e serviços é cada vez maior, uma identidade visual coerente é o melhor meio de identificar uma empresa, tanto institucionalmente quanto mercadologicamente.
Além de contribuir na identificação com o público-alvo, que é a principal finalidade de um logotipo, uma boa identidade visual é uma parte fundamental do marketing, contribuindo também para as relações públicas, financeiras e institucionais.
No entanto, é comum ver uma confusão entre os conceitos de logotipo e marca.
O que é um logotipo
Um logotipo é composto por partes distintas: o símbolo e a tipografia, que juntos compõe o logotipo em si. O logotipo é o nome fantasia da empresa e pode ser inclusive registrado via INPI. O INPI chama isso de registro de marca, mas na verdade é registrado o logotipo enão a marca.
O símbolo é uma ilustração que visa representar graficamente um conceito, dando um significado ao logotipo. Juntos símbolo e logotipo compõe a marca (ou a representação gráfica da marca).
O logotipo é desenvolvido dentro dos domínios do Design Gráfico, baseado em informações de público-alvo, mercado de atuação, objetivos estratégicos e conceitos definidos para a marca.
A marca é este conjunto único, compreendido pelo símbolo, logotipo e cores. Ela é o principal elemento da identidade visual da empresa e deve ser aplicada dentro das especificações apresentadas num Manual de Identidade Visual, obedecendo todas as relações de proporções entre seus elementos e formas de aplicação pré-definidas, que visam manter sempre a mesma identificação visual, independente do contexto gráfico em que a marca esteja inserida.
O que é uma marca
Na visão do marketing, a marca vai além da sua própria representação gráfica. A marca é uma essência, um conceito que é representado por cores, símbolos, logotipo, emoções e experiências que são levadas ao mercado através de produtos ou serviços.
Neste sentido mais amplo, o logotipo é apenas uma parte da marca. O símbolo da Nike não é a marca em si, mas representa os conceitos de esportividade que a Nike quer associar à sua marca. A maçã da Apple não é a marca em si, mas representa os conceitos de inovação e alta tecnologia que a Apple associa a si mesma.
“Logomarca”
A confusão nasce quando se cruzam os conceitos de marca e logotipo. É muito comum ouvir a palavra “logomarca” ao invés de logotipo. Logomarca é um neologismo que gera uma confusão razoável, principalmente quando designers mais xiitas se irritam com a expressão, que de fato não existe.
Quando se adota a perspectiva do marketing, a mesma reação xiita ocorre ao se confundir marca e logotipo. Para o cliente, o que importa no final das contas é que a experiência seja significativa e memorável!
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Assinaturas de áudio e identidade de marca
18 Agosto 2008
A assinatura de áudio da Intel é uma característica fundamental da marca.
De muito bom gosto e incrivelmente simples, ajuda a construir a identidade da empresa que fabrica algo que quase ninguém vê, a maioria que vê não sabe o que é, mas que é fundamental para o funcionamento de qualquer computador: o processador.
O desafio da Intel era grande: criar uma marca de alto valor e desejável acerca de um assunto que a maior parte do público-alvo mal conhece. Vencido o desafio, pode-se dizer que a Intel criou uma marca invejável, e que é reconhecida não só pelo logotipo (redesenhado recentemente, assim como vários outros), mas também pela assinatura de áudio.
Foi buscando pelo áudio da Intel na web que acabei achando curiosidades no YouTube explorando áudios tecnológicos:
Este curioso vídeo analisa as 4 notas da Intel e faz uma viagem musical/ideológica/humorística/irônica sobre a assinatura da Intel:
A história dos áudios do Windows, desde o 3.11 até o Vista:
Áudios do Windows no piano:
Divirta-se!
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Logo novo versus logo antigo
5 Maio 2008
Post rápido: blog para conhecer/analisar logotipos antigos versus logotipos novos:
http://www.underconsideration.com/brandnew/

E outra análise ainda mais bacana sobre as tendências (modismos) no design de logotipos:
http://www.logoorange.com/logo-design-08.php
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