Barry Schwartz fala sobre sabedoria pratica na TED
4 Julho 2009
Barry Schwartz é o autor do livro O Paradoxo da Escolha e professor de Teoria Social e de Ação Social na Faculdade Swarthmore, na Pennsylvania.
Nesta fala apaixonada na TED, ele aponta alguns dos aspectos sobre a moral contemporânea que precisam de mudança urgente, seguindo o princípio da TED de dizer algo memorável em menos de 20 minutos.
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Corretores desesperados
9 Janeiro 2009
Já viu umas dessas fotosde corretores desesperados com a crise?
O Kire me enviou um blog que reúne dezenas delas… Imperdível!

É bom para lembrar daquilo que está fora do nosso controle, para não criarmos a falsa ilusão de “ter tudo sob controle”. Não que seja bonito rir da tragédia alheia, mas as fotos são impagáveis!
Quem leu A Lógica do Cisne Negro sabe bem do que eu estou falando. Quem não leu, não perca a chance!
Veja as fotos: http://brokershandsontheirfacesblog.tumblr.com/
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A balela da crise e o mercado de comunicação
30 Outubro 2008
O assunto deste blog não é economia, mas essa balela de crise afeta direta/indiretamente todos nós no mercado da comunicação.
Não é de hoje que esse comportamento de manada no mercado de comunicação (publicidade, propaganda, design e marketing de forma geral) prejudica tanto os profissionais das empresas (agências, produtoras, escritórios e agregados) quanto os clientes que seguem discursos como o do Nizan Guanaes.
[seguir os links deste post pode trazer boas surpresas]
Para quem (ainda) não sabe, recentemente o Nizan Guanaes (Africa e afins) e o Fábio Fernandes (o F da F/Nazca Saatchi & Saatchi) tiveram um arranca-rabo no Maxi Mídia 2008. O Fábio enviou um comunicado posterior falando sobre o ocorrido.
Para terminar este prólogo, recebi hoje da galera Hera o texto abaixo do honorável Stephen Kanitz, que explica muito bem porque esse papo de crise é balela da mídia para vender mais jornal (e mais TV, mais rádio, mais revista, enfim… não pode faltar assunto né…).
Um grande amigo meu foi uma das vítimas da crise, demitido de uma grande agência de São Paulo por ser contratado via CLT, o que “gerava muitos custos para a agência”. É por essas e outras que muitas vezes eu tenho nojo do mercado. Como este mesmo amigo meu disse, ninguém vendeu seus Jaguares e New Beetles antes de demitir suas equipes ou avisar que ninguém tira férias ou recebe aumento né?
Boa leitura!
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O que Fazer Nesta Crise? (muito bom)
Stephen Kanitz
Toda crise tem sete fases.
Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica,
é tudo boato.
Fase 2. Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.
Fase 3. O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.
Fase 4. O problema é muito grave mas as medidas emergenciais
surtirão efeito.
Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder.
Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados.
Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes.
Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia
estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de
chegarmos na Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar
“que esta crise é igual ou pior que a de 1929″, como vários á
falaram, ou escrever no jornal “as conseqüências da crise chegaram
definitivamente no Brasil”, como já foi publicado, e gerar pânico por
aqui.
Não, a crise ainda não chegou no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e
mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá
vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco
mas não o seu emprego.
Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise
de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que
durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos
Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses. Se tivessem
líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a
público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos
próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário
do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses.
Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise
era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando
sua poupança e prevendo o pior. Ninguém sabe quem serão os 25% de
desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um
único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra
alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para
economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras
evitando a espiral recessiva.
Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929
como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os
bancos, o que aconteceu agora na Europa.
A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação
premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o
que vier, especialmente se for notícia ruim. Nenhum banco comercial
irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou
dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram mas ninguém
percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929,
está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos
demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai
acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma
semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está
aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco.
Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu
fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo
neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo
depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está
saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a
vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais
faria. Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem
querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas
porque não venderam na “alta”.
Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos
implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas
felizmente foi uma lei que “não pegou”. Problema a menos. Só temos
bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco
Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco
alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de
investimentos americanos. O Brasil não está alavancado. Nossos
créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem
crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados
em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando
problemas.
Nosso Banco Central adotou, o que venho alertando há anos a países e
famílias – a política de ter reservas para os dias de crise e hoje
temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para
sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir
furos de caixa. Temos um sistema financeiro dos mais modernos e
rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90.
Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque
entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro
banco numa crise destas.
Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas reservas, a
competência de Henrique Meirelles, primeiro administrador financeiro
(Coppead) a comandar o nosso Banco Central, e já se nota a diferença.
Está na hora de mostrarmos ao mundo que como a China e Índia, nós
vamos crescer via mercado interno, com produtos populares, tese que há
anos venho defendendo. Esta é a hora de mostrar o que DÁ CERTO no
Brasil em vez de conseguir fama no rádio e na televisão mostrando o
que poderia dar errado. Lembre-se que os verdadeiros culpados já estão
se movimentando para culpar os inocentes, e assim saírem incólumes e
mais poderosos.
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Números para comemorar e muita gente para agradecer
9 Outubro 2008
(post pessoal comemorativo)
Esta semana o blog alcançou 30.000 pageviews desde o início uns 10 meses atrás. Decidi começá-lo depois quando estava de cama me recuperando de um acidente de carro, para usar meu tempo parado de forma útil.
Ontem fez 1 ano que capotei o carro.

O que sobrou do meu Cliozinho
Tenho muita gente a quem agradecer hoje:
Obrigado à Érica, mulher da minha vida, que cuidou de mim o tempo todo.
Mil beijos pra Carol, meu bebê, que tinha 5 meses quando capotei e ficou me fazendo companhia na cama por mais de 3 meses.
Aos meus pais, meus sogros e minha irmã, sempre me apoiando, mesmo quando eu faço merd@ bobagem. Minha irmã fazia minha fisioterapia na cama, mesmo no meio da correira dela.
À Tia Sônia, minha segunda mãe, que largou tudo e foi cuidar de mim.
Aos meus tios, tias, primos, avós, maridos das primas, cunhados, toda a família, que é muito grande, que me ligavam e motivavam a seguir em frente.
Ao Julai, meu amigo de muitos anos e agora também meu “personal ortopedista”, que cuidou da minha transferência pra Unicamp e me motivou a continuar o tratamento mesmo depois da alta.
Ao caminheiro que não conheci e que chamou o resgate. Aos socorristas do SAMU, que tiraram do carro e me levaram em segurança para Itapecerica da Serra. Aos médicos, enfermeiros e assistentes sociais do Hospital Geral de Itapecerica da Serra (HGIS), que cuidaram de mim. Ao Dr. Alessandro Pradal, que identificou a fratura na minha coluna e me deu as primeiras instruções sobre quais cuidados eu deveria ter nos meses seguintes. Às empresas que patrocinam o HGIS e permitem que os equipamentos do Hospital funcionem perfeitamente. Fui sobmetido à raio-x, ultrassom e tomografia. Sem a tecnologia talvez a fratura não pudesse ser detectada e tratada adequadamente. Todo o meu atendimento foi feito pelo SUS e sempre fui bem atendido por profissionais capacitados e competentes.
Ao Barbini, meu amigo e personal trainer, que cuida da minha hidroterapia e do meu tratamento físico até hoje.
Ao Gustavo Vilela, meu amigo e meu professor, que cuidou das coisas para mim na Faculdade.
Aos meus sócios, aos meus amigos, à equipe da Lógica Digital , que pacientemente seguraram as pontas até que eu pudesse voltar ao trabalho. Aos clientes que me ligaram e desejaram uma boa recuperação.
À todos que mesmo de longe rezaram por mim. Àqueles que eu esqueci de mencionar.
À Deus, que decidiu que meu passaporte ainda não seria aceito por lá e me mandou de volta pra esse mundão aqui.
Que Deus abençoe todos vocês! Nunca poderei retribuir tudo que vocês fizeram por mim.
Rafael Rez Oliveira
09 de outubro de 2008
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Frases impressas
2 Outubro 2008
Reações de usuários
8 Setembro 2008
O fotógrafo Philip Toledano fez uma série de fotos de pessoas jogando vídeo-game, para mostrar suas reações durante os jogos. Não são muitas fotos, mas revelam o quanto um usuário pode imergir numa experiência se ela for significativa para ele.
Veja as fotos:
http://mrtoledano.com/frame_videogamers.php
Divertido!
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Concurso Melhores Apresentações do Mundo do SlideShare
3 Setembro 2008
O SlideShare divulgou os resultados do Concurso das Melhores Apresentações do Mundo.
Thirst (sede, em inglês), a apresentação campeã geral, fala sobre a água. Além das belas imagens, uma fantástica escolha como tema:
Esta apresentação abaixo não está entre as finalistas, mas aponta itens relevantes à comunicação para qualquer um que precise de comunicar. Uma das dicas aponta para o princípio do marketing de contar uma história, que sempre é algo que ajuda a cativar as pessoas. Foi exatamente o que levou Thirst à vitória: um bom tema, belas imagens e uma boa história!
Aliás, falando sobre contar histórias, outra das finalistas é esta apresentanção sobre… Storytelling!
Por fim, me chamou a atenção esta apresentação com o educado título What the f**k is social media? , que está entre as finalistas, e aborda vários aspectos relevantes da mídia social:
O dado curioso é que a apresentação afirma que as redes sociais já são mais visitadas que os sites de pornografia, historicamente os mais acessados desde o advento da rede. Então senta, que lá vem história…
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Pequena lista de leituras recomendadas
17 Agosto 2008
Neste final de semana pude ler algumas coisas realmente bacanas e outras nem tanto. Seguem abaixo 6 links, apenas das coisas bacanas. São textos sobre marketing, user experience e questões que envolvem profissionais que colocam as estratégias dos planos de negócios em prática. O último texto interessa também para quem está se interessando por Agile e Scrum.
What Every Good Marketer Knows – Seth Godin
Lista rápida de Seth com habilidades que todo bom profissional de marketing deve ter!
http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2008/05/what-do-you-kno.html
We Tried To Warn You, Part 2 – Peter Jones
O que o User Experience pode fazer pela estratégia das empresas?
http://www.boxesandarrows.com/view/we-tried-to-warn-you32
UX Design-Planning Not One-man Show – Holger Maassen
Artigo escrito por um alemão (dá para perceber pelos erros de grafia confundindo alemão com inglês, como interakt com K) que trabalha para a Grey Interactive. Muito bom!
http://www.boxesandarrows.com/view/ux-design-planning
Where the Wireframes Are: Special Deliverable #3 – Dan Brown
Artigo explicativo sobre os PDD’s (Page Description Diagrams).
http://www.boxesandarrows.com/view/where_the_wireframes_are_special_deliverable_3
Flag as a symbol of language – stupidity or insult? – Jukka Korpela
Tempos atrás enfrentei o problema das bandeiras num relatório de Usabilidade e o cliente não se convenceu de que usar uma bandeira de outro país poderia ofender alguém. Pena que eu não tinha este link em mãos!
http://www.cs.tut.fi/~jkorpela/flags.html
Sketchboards: Discover Better + Faster UX Solutions – Brandon Schauer
Mais uma defesa do uso de papel para projetar/discutir/melhorar idéias e conceitos sobre soluções digitais. Se não puder ler todos, leia este!
http://www.adaptivepath.com/ideas/essays/archives/000863.php
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Pesquisa sobre o webdesign no mundo
30 Julho 2008
Ler online está nos tornando mais burros?
1 Julho 2008
Recebi este artigo do The Atlantic 3 vezes nos últimos dias. Irocanicamente, gravei nos favoritos para ler mais tarde. Só na terceira vez em que recebi a recomendação é que li mesmo o texto.
A primeira recomendação do texto, quando o Nascido me mandou, dizia “texto longo e em inglês, mas vale a pena ler”.
A ironia só teve nexo quando li o texto, que aponta justamente que a forma como lemos online está mudando a capacidade de raciocinar, entender e refletir sobre textos longos e mais profundos.
Este trecho é esclarecedor:
“We are how we read.” Wolf worries that the style of reading promoted by the Net, a style that puts “efficiency” and “immediacy” above all else, may be weakening our capacity for the kind of deep reading that emerged when an earlier technology, the printing press, made long and complex works of prose commonplace. When we read online, she says, we tend to become “mere decoders of information.” Our ability to interpret text, to make the rich mental connections that form when we read deeply and without distraction, remains largely disengaged.
Já este trecho soa estarrecedor:
“Ambiguity is not an opening for insight but a bug to be fixed.”
O entendimento da ciência sobre a cognição ainda é incipiente (apesar de eu não ser neurocientista, estou papagaiando o que se costuma ouvir de amigos que são médicos/psicólogos/psiquiatras), apesar de ter aberto vários caminhos para um melhor entendimento de como funciona o cérebro, mas é um fato que a facilidade de buscar conteúdo online torna as coisas mais convenientes, no entanto isso também dificulta a memorização, a imersão e um entendimento mais completo do assunto pesquisado. Basta um “define:” no Google para seguir em frente.
Tenho cultivado o hábito de grifar (a lápis) os livros que leio, fazendo anotações nas margens para a posteridade. Elas já me foram úteis ao procurar assuntos em livros sem índice remissivo, pesquisar sobre assuntos que li há muito tempo ou relembrar um livro todo só lendo os trechos grifados.
Mas o maior benefício vem justamente da memorização. Quando grifo, acabo lendo o trecho algumas vezes e memorizando a passagem, memória que costuma durar anos ou vir à mente em situações oportunas. Me lembro daquelas dicas de estudo que os cursinhos costumam dar na frase pré-vestibular, quando os professores enfatizavam que escutar, ler e anotar aumenta a probabilidade de entender e a capacidade de memorizar os conteúdos.
Voltando ao artigo, Nicholas Carr atribui no título a “culpa” pela menor capacidade de lermos ao Google, o que ativou um link recente na minha memória: Confidencial: 22 Leis do Google que vazaram. Ao que parece, cada vez mais gente acredita na Teoria da Conspiração: Sergey e Larry querem mesmo dominar o mundo. Muita gente mesmo.
De fato, a facilidade de encontrar informação, armazenar informação e [teoricamente] recuperar esta informação torna nosso cérebro mais preguiçoso. Por isso, considero a reflexão de Carr a citação do ano:
“That’s the essence of Kubrick’s dark prophecy: as we come to rely on computers to mediate our understanding of the world, it is our own intelligence that flattens into artificial intelligence.”
Por isso, recorro ao Wurman para terminar: “Aprender é lembrar o que nos interessa.”
Não leia mais, leia melhor!
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