“Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas.”
Mário Quintana

O Juliano Spyer (@jasper) é um cara que eu não conheço pessoalmente, mas admiro muito.

O livro de papel dele – Conectado – é muito bom. Recentemente ele organizou um livro digital chamado Para Entender a Internet, igualmente supreendente.

Agora ele liberou no SlideShare uma apresentação refletindo sobre o processo de produção dos dois livros, muito válido para todos nós que planejam, idealizam ou apenas sonham um dia publicar um livro:

Dentre muitas mudanças sociais que a internet vem provocando, umas das que considero mais relevantes a longo prazo para a humanidade é a democratização do acesso à informação e à auto-construção do conhecimento, seja via redes de sites, de pessoas ou redes de interesses similares.

As fases da internet primitiva que vivemos nos anos 90, a bolha do milênio, a web 2.0, tudo isso vai ser apenas história daqui algumas décadas. Mas a informação democrática vai ficar. Acho que esta mensagem é um pouco do pensamento do Juliano por trás desta apresentação.

O Creative Commons está mudando o mundo!

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Livro "O Melhor do Mundo" - Seth GodinAutor: Seth Godin
Tempo Estimado de Leitura: 1,5 horas
Linguagem: Simples
Diagramação: Tradicional
Custo-Benefício: Muito bom
Páginas: 101
Editora: Sextante
Lido em: Mai/2009
Onde encontrar: Submarino

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A cada livro o guru de marketing Seth Godin mostra que escrever sobre o óbvio com um ponto de vista ligeiramente diferente ou inusitado se tornou sua fórmula do sucesso.

No entanto, “O Melhor do Mundo” (The Dip, no título original em inglês) é talvez seu livro que menos fale diretamente sobre marketing. Dá para colocá-lo na seção de Auto-Ajuda numa boa.

O fato do livro ter sido editado pela Sextante contribui muito para isso. A Sextante vem se especializando em livros de auto-ajuda, “inspiracionais” e de “negócios”, tanto que comprou os direitos no Brasil de outro autor best-seller, Malcolm Gladwell.

O Melhor do Mundo é um livro bem curto, e isso é proposital. É um livro under-hundred, propositalmente com menos de 100 páginas. A linguagem é estupidamente fácil, letras grandes, ilustrações de Hugh Macleod, ou seja, todo o cenário pronto para um livro altamente vendedor.

Em termos de texto, lembra muito O Paradoxo da Escolha, só que não sob o ponto de vista da psicologia e sim do marketing. Em muitos momentos me lembrei dos argumentos de Barry Schwartz no Paradoxo.

Só que ao contrário de Schwartz, que defende que o suficientemente bom já é bom demais, Godin acredita que é necessário ser o melhor para de destacar e que não vale a pena começar a enfrentar um desafio sem a certeza de poder ir até o final.

Godin resume rapidamente seu pensamento na página 17 do livro:

“Qualquer pessoa que pense em contratá-lo (…) vai se perguntar se você é a melhor escolha. Melhor no seguinte sentido: melhor para ela, neste momento, com base no que ela sabe e acredita. E do mundo no seguinte sentido: o mundo desta pessoa, o mundo ao qual ela tem acesso.”

É sobre este ponto de vista que todo o argumento do livro é desenvolvido. Nada supreendente, mas de certa forma inusitado. Como bom autor de marketing, ao invés de dar um tapa na cara do leitor, Godin prefere convencê-lo lentamente a mudar de opinião e vai costurando seus argumentos de forma cadenciada.

Godin defende que há um rápido crescimento sempre que nos dedicamos a alguma coisa, seja uma profissão seja aprender a jogar tênis. Depois deste crescimento inicial, há um vão, um tempo longo em que tudo parece não evoluir e fica até mais difícil do que antes. É aí que muitas pessoas desistem, sendo que aqueles que enfrentam o vão voltam a subir e se desenvolver, alcançando o sucesso. Colocado de forma simplista, este é o argumento central do livro.

De fato, é um livro simples, objetivo e focado. É de grande ajuda para pessoas que tem dificuldades em definir metas e escolher um caminho a seguir, ou para empresas que estejam em dúvida quanto à uma decisão estratégica, precisando definir se segue em frente para colher os resultados mais à frente ou se desiste logo, antes que mais tempo e recursos sejam desperdiçados à toa.

Mas, sinceramente, existem outros livros do Seth Godin que valem mais à pena. Se você nunca leu nenhum, sugiro começar pelo Sobreviver Não é o Bastante.

Para terminar, algumas frases do livro:

“Sem muito tempo ou oportunidade para experimentar, nós intencionalmente reduzimos nossas escolhas ao que consideramos melhor.” (pg. 16)

“As empresas também se acostumam com o bom o suficiente em vez de o melhor do mundo.” (pg. 21)

“O Vão é a longa e cansativa caminhada entre o início e a maestria. Um momento de avanço lento que – por mais contraditório que pareça – é um atalho, porque leva você onde quer ir mais rapidamente do que qualquer outro caminho.” (pg. 25)

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O Paradoxo da EscolhaAutor: Barry Schwartz
Tempo Estimado de Leitura: 7 horas
Linguagem: Intermediária
Diagramação: Tradicional
Custo-Benefício: Ótimo
Páginas: 301
Editora: A Girafa
Lido em: Jun-Ago/2008
Onde encontrar: Estante Virtual ou no site da editora A Girafa

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O Paradoxo da Escolha é um daqueles livros que desafia o senso comum com argumentos imbatíveis, transformando o jeito tradicional de pensar, mas por outro lado vem confirmar certas desconfianças que surgem nos mais variados momentos da vida.

Antes de falar sobre o livro em si, cabe explicar o que é paradoxo, só para deixar claro. A explicação é da Wikipedia:

Um paradoxo é uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica, ou a uma situação que contradiz a intuição comum. Em termos simples, um paradoxo é “o oposto do que alguém pensa ser a verdade”.

É exatamente isso que o professor Schwartz faz em seu livro, argumentando que o excesso de escolhas nos leva a ter mais problemas para fazer escolhas do que pensamos. Barry Schwartz é professor de Teoria Social e de Ação Social na Faculdade Swarthmore, na Pennsylvania. Além dos próprios estudos, recorre também às consagradas pesquisas da dupla Amos Tversky e Daniel Kahneman sobre ciência cognitiva e a capacidade humana de fazer escolhas (ir)racionais, mas aparentemente lógicas. Quem leu Blink, do Malcolm Gladwell, talvez se lembre de Tversky e Kahneman.

O professor Schwartz começa o livro confidenciando os problemas que teve ao escolher uma calça jeans, tendo de escolher entre diversas combinações possíveis de modelo, corte, lavagem e botões, o que tomou um tempo razoável e não o fez se sentir mais feliz com a escolha do que anos antes, quando só podia escolher um modelo e ir embora da loja em poucos minutos. O argumento de Schwartz não se concentra exatamente no tempo que uma escolha leva, mas na satisfação que ela proporciona depois de feita.

Como psicólogo, o professor Schwartz procura demonstrar como nosso mecanismo psicológico nos leva a avaliar todas as escolhas possíveis e então tentar chegar à melhor escolha possível, o que acaba se tornando muitas vezes impossível. Isso quando não queremos combinar aspectos de uma e de outra escolha e elaborar uma nova opção, às vezes impossível de existir no mundo real, mas que causa ansiedade e insatisfação com as escolhas possíveis.

O subtítulo do livro em português, “Por que mais é menos” alude à célebre frase de Mies Van Der Rohe “Less is more” (menos é mais), que mais do que nunca se mostra verdadeira. Alguns trechos do livro ajudam a comprovar esta tese:

À medida que aumenta o número de opções, o esforço exigido para tomar uma decisão acertada também aumenta; esse é um dos motivos pelos quais a escolha pode deixar de ser uma vantagem para se transformar em um ônus. (pg. 68)

A multiplicidade de opções parece conduzir, inevitavelmente, ao aumento de expectativas. (…) Isso favorece à tendência à maximização [das opções a se escolher]. (…) A lição a ser tirada é que expectativas exageradas podem ser contraproducentes. Provavelmente não existe uma maneira melhor de influenciar nossa vida do que controlando as expectativas. (pg. 217)

A existência de um grande numero de alternativas faz que seja fácil imaginar alternativas que não existem (…) Mais uma vez, portanto, a maior variedade de opções nos faz sentir pior. (pg. 149)

… é muito mais fácil se culpar por resultados decepcionantes em um mundo em que a escolha é ilimitada que em um mundo em que existe um número limitado de opções. (pg. 241)

Sobre decisões reversíveis: “Assim, parece que manter as opções em aberto reduz o custo psicológico. Aparentemente, quando podemos mudar de opinião fazemos um esforço psicológico menor para justificar as decisões tomadas, reforçando a alternativa escolhida e menosprezando as que foram descartadas. Talvez seja mais fácil não levar em conta os custos de oportunidade das alternativas descartadas. (pg. 173)

Falando em custos de oportunidade, este é um dos conceitos-chave do livro. Quando comparamos diferentes opções, cada escolha significa abrir mão das outras opções, portanto, quanto mais opções, maiores os custos para abraçar uma oportunidade. Se reduzirmos as opções a serem comparadas, teremos custos psicológicos menores ao optar por alguma opção.

É um livro fundamental para profissionais de marketing e experiência do usuário, que precisam entender melhor como as pessoas pensam e como tomam suas decisões.

É tão útil quanto para qualquer pessoa que queira diminuir a ansiedade frente ao mundo do consumo exagerado e viver com mais tranquilidade.

É interessante ressaltar que não é um livro de auto-ajuda, é um livro sobre comportamento humano, mas que ajuda e muito a entender porque é incômodo tomar certas decisões enquanto outras nos parecem tão fáceis.

Ao final do livro, o professor Schwartz dá 11 dicas sobre como remediar o paradoxo da escolha, mas estas são só para quem se deu ao trabalho de ler o livro todo!

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Fora de Série - Outliers, Malcolm Gladwell

Fora de Série - Outliers, Malcolm Gladwell

Saiu em português o novo livro do Malcolm Gladwell: Outliers. Desta vez a editora é a Sextante e não a Rocco, talvez por isso o livro tenha ganhado outro título em português: Fora de Série. Pelo menos eles mantiveram a identidade visual que identifica os livros do Gladwell.

Gladwell é autor de 2 dos melhores livros que li em 2007: Blink: A Decisão Num Piscar de Olhos e O Ponto de Desequilíbrio.

O Rodolfo Araújo fez uma resenha muito boa sobre o livro em seu blog:

Bastou um capítulo para que eu fosse tomado por sua nova proposta de que o sucesso não é apenas uma questão de mérito pessoal, mas diversos outros fatores contribuem para que uma pessoa destaque-se em sua área de atuação e tenha desempenho superior numa determinada atividade. Um pouco da velha máxima the right man, in the right place.

Se você estava procurando um bom livro para dar de presente, achou!

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Quando chamar o Tuma à sua casa, lembre-se de esconder seus livros.

Olha só o assalto que ele fez na minha biblioteca em UM ÚNICO DIA!

Assalto à biblioteca!

Faça bom proveito!

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Read.

“O borracheiro que trocou o pneu do meu carro agora há pouco me perguntou se eu era escritor. (Ele achou incrível a quantidade de livros e revistas que eu tenho no carro). Quando disse que era, ele me perguntou se ler um livro era melhor do que fazer uma faculdade, eu disse, Os cursos das faculdades são montados em cima de livros. O professor nada mais é do que um leitor de livros. Quando você faz uma faculdade, você paga para alguém ler o livro para você. O que você prefere, comprar o livro na livraria por 30 reais e lê-lo em um mês, ou pagar R$ 1.000,00 por mês para alguém ler o mesmo livro durante 6 meses?”

O que VOCÊ prefere?”

Citado de Ricardo Jordão Magalhães.

Comece bem a semana, vá comprar livros!

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A Amazon está fazendo o pré-lançamento de Outliers: A História do Sucesso, próximo livro de Malcolm Gladwell, autor de Blink: A Decisão Num Piscar de Olhos e O Ponto de Desequilíbrio.

Recentemente o Seth Godin fez um post sobre o esforço pelo sucesso ser um mito, que sinto que foi altamente inspirado pelo livro do Gladwell.

Mais um livro para não deixar de ler!

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Descobri na lista de AI um livro do Alex Primo, chamado Interação Mediada por Computador, que acabei de comprar. No site do livro há uma linha do tempo muito legal, vale a pena visitar.

Como acabei de completar 29 anos, resolvi fazer uma lista de outros livros que quero ler neste próximo ano e torná-la pública, assim pelo menos posso ganhar alguns deles de presente até o Natal, já que de aniversário só ganhei um único livro este ano! (obrigado Vó, te amo!)

Com certeza vem mais por aí, mas quero começar por aqui:

Reimagine! – Tom Peters (esse está esgotado no Submarino, mas ainda tem um na Estante Virtual, porque o outro que tinha eu também já comprei!)

O Paradoxo da Escolha – Barry Schwartz

A Lógica do Cisne Negro – Nassim Nicholas Taleb

A Sabedoria das Multidões – James Surowiecki

A Nova Desordem Digital – David Weinberger

A Nova Era da Inovação – C. K. Prahalad e M. S. Krishnan

Antes que venha o comentário maldoso, já adianto que o último livro me chamou atenção mais pelo autor (Prahalad é autor de A riqueza na base da pirâmide e Competindo pelo futuro, dois livros básicos para quem estuda marketing a sério – ou economia, administração e negócios) do que pela inovação no título. Como inovação é o mais novo termo da moda, agora tudo que aparece sobre inovação parece puro modismo.

Voltando ao começo do post, o mesmo Alex Primo acaba de colocar um blog no ar:

http://bibliografiadecibercultura.blogspot.com/

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Este vídeo de 7 minutos mostra uma apresentação editada do Declan Whelan sobre a experiência de usuário integrada à processos de desenvolvimento ágeis de software. Logo no começo ele comenta do Chaos Report, do The Standish Group.

Já é a segunda vez que ouço falar desse relatório em uma semana. Vá gostar de caos assim no inferno em laboratório de astronomia!

Será que ninguém nunca vai aprender a gerenciar projeto de software nesse planeta? 31% de projetos descontinuados é muita coisa! Isso só prova que ainda estamos, mesmo depois de 14 anos do relatório do Standish Group, muito longe de um ambiente aceitável de projeto e gerenciamento de projetos de base tecnológica. E muito mais longe ainda do Estado da Arte no desenvolvimento destes projetos.

A certa altura, Declan coloca que “software development is not a repeatable process” (desenvolvimento de sofware não é um processo [facilmente] repetível), de forma a mostrar que a abordagem da questão não é um simples manual de métodos e processos.

Mas a tela mais fundamental da apresentação é essa:

“Desenvolvedores focam em stakeholders. Designers focam em usuários.” Essa entrou para o rol de frases para momentos oportunos.

Apesar da filmagem colocar Declan em primeiro plano e os slides em segundo, os slides são excelentes, com textos hiper-concisos e dá para ler tudo numa boa (dá para ter uma idéia na imagem acima).

É fundamental integrar mais os mundos de desenvolvimento de software (especialmente a análise de sistemas) e a arquitetura da informação.

Cada vez que vejo Arquitetos de Informação tentando reinventar a roda com coisas que os Analistas podem resolver (e que já tem fundamentação há bastante tempo) e Analistas se matando para resolver problemas que os Arquitetos já consideram patterns, vejo que ainda temos um longo caminho a trilhar.

Porém, enquanto Arquitetos virem Analistas comos “os caras da TI” e os Analistas virem os Arquitetos e Designers como “os caras cheios de idéias”, vamos continuar caindo nos mesmos problemas que o Chaos Report documentou há 14 anos.

Por isso, esse vídeo é altamente recomendado a ambos os públicos!

Veja também: Agile User Experience – Métodos ágeis para Arquitetura da Informação

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O Luli Radfahrer é um cara bem diferente, no mínimo. A primeira vez que vi uma palestra dele foi no Interdesigners de Bauru, em 1999. Depois vi o figura novamente no Encontro de Web Design no Rio de Janeiro, em 2000 ou 2001. Foi praticamente a mesma palestra, no melhor estilo “estou aqui para divertir vocês”, com direito a calça de vaquinha e muitas piadas sobre a rotina de designers e publicitários. Na época,  ele escrevia (não sei se ainda escreve) colunas divertidíssimas na revista Design Gráfico.

Por conta destas referências que tinha dele, comprei a primeira edição do livro Design/Web/Design. Foi um dos melhores livros sobre internet que já tive o prazer de ler!

Agora o Luli colocou o livro todo online, de graça. Este comentário que copiei do site explica porquê:

“O livro Design/Web/Design:2 foi escrito em 1999 e publicado em 2000, portanto já está um bocado velho. Alguns aspectos técnicos e profissionais ainda se mantêm. Outros, felizmente, mudaram bastante. Ele foi disponibilizado neste site na forma de páginas abertas a comentários porque gostaria de ouvir de vocês sua opinião com relação às mudanças. Não tenho dúvidas que em alguns pontos ele foi superficial demais; ou mesmo em que em outras ele está completamente ultrapassado.

Na minha opinião, livros têm a mesma função das obras de arte: estimular a discussão e a reflexão. Não devem ser considerados fontes de saber ou beleza, mas elementos vivos que promovam dentro das cabeças das pessoas verdadeiras revoluções na forma de se pensar e encarar o mundo – essa, sim, uma belíssima e indiscutível habilidade humana.”

Vale muito a pena baixar para (re)ler e/ou guardar:

http://www.luli.com.br/dwd2/

Índice do livro:

Introdução

1: Design: a cara do mundo civilizado
1-1: “Qualquer imbecil faz design”: design, designers e Frankensteins
1-2: Talento vs. Preguiça
1-3: Carta da Califórnia
1-4: Pensando visualmente
1-5: Tintim por tintim: o impacto dos mínimos detalhes
1-6: Identidade corporativa: missão e visão empresarial
1-7: Cada coisa com seu porquê
1-8: Percepção: um processo ativo
1-9: Relação palavra / imagem

2: Preparando o terreno

3: Princípios de design
3-1: Grids: cada coisa em seu lugar
3-2: Fazendo um grid
3-3: Caligrafia, tipografia e legibilidade

4: A Internet é a resposta. Qual era mesmo a pergunta?
4-1: Design gráfico vs. design digital: berimbau não é gaita
4-2: O que você precisa saber
4-3: O que você não precisa saber
4-4: Possibilidades e limitações
4-5: Tecnologia
4-6: Páginas pessoais

5: Interface
5-1: Características de uma interface
5-2: Elementos de uma interface
5-3: Por uma estética digital
5-4: Interatividade

6: Arquitetura de informação
6-1: Design estrutural
6-2: Grupos de dados
6-3: Hipertexto
6-4: Roteiros
6-5: Paisagens informativas

7: Quem precisa de um website?
7-1: Tipos de websites
7-2: Publicidade de massa e internet
7-3: Porque banners não prestam
7-4: Qualidade da experiência: “foi bom pra você, meu bem?
7-5: Do que as pessoas mais gostam (e o que elas odeiam) nos sites

8: O processo de produção e suas etapas
8-1: Algumas dicas de marketing
8-2: Especificações, planejamento e cronograma
8-3: Organização dos grupos de informação
8-4: Direção de criação, projeto gráfico e linha de design
8-5: Protótipos e aprovação
8-6: Mãos à obra
8-7: Controlando as entranhas do código
8-8: Registro em mecanismos de busca
8-9: Auditoria e medição do tráfego
8-10: Manutenção e acompanhamento do usuário

9: Equipe
9-1: O “webdesigner”, esse pobre centauro
9-2: Incubação e novos produtos

10: Vamos falar de você
10-1: Seu estúdio
10-2: Seu portfólio e promoção: como tornar as suas peças conhecidas?

11: Modernidades

12: Comunicação não-linear, se é que ela existe
12-1: Hiperespaço e ciberespaço
12-2: Comunidades digitais: as novas igrejas, partidos, padarias
12-3: Ansiedade de informação
12-4: O ciclo da descoberta

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