O SEO 2.0 SEO Blog da Onreact publicou uma lista com as 15 principais diferenças entre o SEO da web “tradicional” e o SEO 2.0, aproveitando a onda da nomenclatura web 2.0, que tem tantos fãs quanto críticos.

A lista começa bastante técnica e termina quase filosófica, mostrando o quanto os buscadores estão se tornando mais “humanos”, guardadas todas as [imensas] proporsões que cabem nesta observação!

Quanto mais os algoritmos incluem regras que tratam as tendências sociais da web, mais os resultados das buscas se tornam parecidos com “fococas”: as boas correm logo e ganham evidência, as sem graça morrem logo e as mais ou menos até se espalham, mas lentamente e sem vigor.

Conforme a web se torna parte do cotidiano da vida, se dá menos atenção aos aspectos tecnológicos e as características sociológicas e comportamentais por trás de links, arrobas e sites começam a se tornar a verdadeira razão para as pessoas se apaixonarem pelas inúmeras possibilidades que a grande rede proporciona.

Por isso é cada vez menos a descrição “Rede Mundial de Computadores” faz sentido. De fato nunca fez, mas agora finalmente as pessoas entenderam que a internet é uma “Rede Mundial de Pessoas”, ainda que mediada por computadores.

Voltando ao assunto deste post, enfim, a comparação entre o SEO e o SEO 2.0:

SEO SEO 2.0
Construção de redes de links, adição manual à diretórios de sites, troca de links, pagamento por links Receber links por ações como blogar, escrever conteúdo essencial, criar iscas de links (link bait), socializar
Otimização do site para spiders, por exemplo páginas iguais com títulos de páginas concentrando energia nas palavras-chave Otimização do site para os usuários, por exemplo criação de títulos chamativos
Competição: você compete com os outros para estar na primeira página/nos 10 resultados top do Google para as palavras-chave Cooperação: você coopera com cada um dos colegas blogueiros, linkando em mídias sociais e votando neles
Permuta: você me dá um link e so então eu te darei um Doação: eu linko você sem me preocupar se você vai linkar de volta, mas na maioria dos casos você irá, e mais de uma vez
Escondendo: não estamos fazendo SEO, não podemos mostrar nossa lista de clientes publicamente, empresa de SEO impessoal Abrindo o jogo: boas-vindas ao novo cliente X, estamos orgulhosos de trabalhar com eles, Rand Fishkin da SeoMOZ
Palavras-chave Tags
Otimização para links Otimização para tráfego
Cliques, page-views, visitas Conversões, ROI, branding
DMOZ del.icio.us
Fontes de tráfego principais: Google, Yahoo, MSN Fontes de tráfego principais: StumbleUpon, sites de notícias de nicho, Blogs
Comunicação de uma via Diálogos, conversações
De cima para baixo De baixo para cima
Não democrático, quem paga mais aparece melhor Democrático, quem responde às demandas mais populares está no topo
50% automatizado 10% automatizado
Tecnocrático Emocional

“Regras concisas, mas suficientemente claras!”

Agradecimentos ao Marcelo Vidolin, da Lógica Digital, que me mandou o link!

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Entrevista jogo-rápido com o Eric Schmidt, Presidente do Google.

How Google Fuels Its Idea Factory (Como o Google alimenta sua fábrica de idéias?)

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Excertos interessantes (minha tradução livre):

Quais os obstáculos que o Google enfrenta para continuar inovando?

Um problema que temos que enfrentar é que temos pessoas em muitos locais. É um problema que todo mundo enfrenta, mas no nosso caso é pior. Nós temos algo como 50 lugares.

Então vocês ainda precisam do contato face-a-face?

A melhor equipe de programação é uma “chamada telefônica”, que são duas pessoas, eu e você, programando juntos. O segundo melhor time de programação é todo mundo junto numa única sala. Todas as outras variantes são piores.

Veremos novas aquisições por parte do Google?

Eu diria que sim. Mas menores.

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Todo mundo um dia fica grande demais. Até o Google. Who’s next?

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O Writemaps é uma ferramenta online para fazer sitemaps em XML que servem para o Google, por exemplo. Os sitemaps ajudam o Google (e outros buscadores) a indexar o site corretamente, pois visualizam todos os links sem precisar escanear o site via robôs, como Googlebot.

O que é mais interessante, no entanto, é que se a arquitetura do site for razoavelmente simples, o próprio sitegrama (”fluxograma” do site) pode ser usado como sitemap.

Com isso, fica bem fácil e rápido reaproveitar seu trabalho e usar bem o tempo quando for fazer a documentação de projetos mais simples. Tanto a área de SEO (Search Engine Optimization) quanto de Arquitetura da Informação são beneficiadas.

Além de tudo, ainda é fácil de usar!

Imagem de exemplo do Writemaps
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Tim Berners-Lee comenta rapidamente alguns princípios da web semântica: informação combinada, limpa e fatiada. Vídeo com legenda em português.

Via: Blog Linky

Uma recente pesquisa de público realizada em conjunto pela Jupiter Research e a iProspect nos Estados Unidos comprovou dados importantes para as empresas que mantém sites na internet e também para aquelas que trabalham melhorando o posicionamento dos sites nos mecanismos de busca.

Publicada em Abril de 2006, a pesquisa intitulada “Estudo iProspect: Comportamento de Usuários em Mecanismos de Busca” (iProspect Search Engine User Behavior Study) foi realizada em Janeiro de 2006 e 2.369 usuários responderam a todas as questões, legitimando um grande volume de dados. A distribuição demográfica considerou: idade, sexo, renda familiar, educação familiar, tipo da residência, região geográfica e tamanho do mercado.

A pesquisa foi comparada a duas anteriores realizadas com metodologias similares, uma em Julho de 2002 (Marketing Tactics of Big Brands Not Meeting Web User Expectations) e outra em Abril de 2004 (iProspect Search Engine Marketing User Attitudes).

O estudo afirma que 62% dos usuários clicam em um link da primeira página de resultados. Em 2002, esse percentual era de somente 48%. Os números confirmam que conforme os sites de busca melhoram seus algoritmos e os sites mais relevantes são encontrados, maior é a tendência do usuário encontrar aquilo que procura.

Abaixo, uma amostragem das perguntas e das respostas dos usuários:

Quando você faz uma procura num mecanismo de busca e está olhando os resultados, aproximadamente quantos resultados você tipicamente revê antes de clicar algum ?

23% somente alguns poucos
39% somente a primeira página
19% as duas primeiras páginas
9% as três primeiras páginas
10% mais que três páginas
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Quando faz uma busca num mecanismo de busca e não encontra o que está procurando, o que você tipicamente mais faz ?

82% digitam algumas palavras a mais para refinar a busca
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Ver uma empresa listada nos primeiros lugares dos resultados num mecanisco de busca o faz pensar que a empresa é líder neste segmento ?

36% concordaram
25% se mantiveram neutros
39% discordaram
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A pesquisa chegou a três conclusões fundamentais, que em verdade não são totalmente novidades, mas agora ficam comprovadas por um estudo extenso e densamente fundamentado nos hábitos cotidianos de diversos perfis de usuários:

Conclusão 1: É vital para os sites aparecerem na 1ª página dos resultados, ou pelo menos até a 3ª página, para serem encontrados pelos usuários de sites de busca. Apenas 10% destes usuários checam os resultados após a 3ª página. 62% dos usuários de buscas só clicam nos resultados da primeira página e 41% dos que não encontram o que procuram trocam de palavras ou até mesmo de mecanismo de busca.

Conclusão 2: A confiança dos usuários nos sites de busca aumentou, e agora conta com o uso de buscas com mais palavras-chave. 82% dos usuários disseram que refazem a pesquisa no mesmo site de busca, porém com mais palavras. Este número era de 68% em 2002.

Conclusão 3: A busca nos mecanismos de busca continua a dar vantagem competitiva para aqueles sites que aparecem no topo dos resultados. 36% dos usuários de busca acreditam que as empresas que lideram os resultados também lideram o mercado. Este pensamento vem se solidificando, uma vez que em 2002 eram 33% os usuários pensando desta forma. Por outro lado, 39% dos usários não pensam desta forma.

Este texto é uma interpretação livre da pesquisa da iProspect. iProspect e Jupiter Research são marcas próprias registradas em seus países de origem.