A história do Yahoo! e do Google em apenas 1 minuto
27 Agosto 2008
Este vídeo da Usolab ilustra como a Home do Yahoo! mudou desde a primeira versão.
Quando comparada à Home do Google, fica evidente a abordagem da simplicidade:
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A abordagem da simplicidade
24 Março 2008
Pequenas idéias inovadoras (ou o estigma da inovação)
14 Fevereiro 2008
Em Brinde Grátis! Aproveite!, um dos últimos livros de Seth Godin, ele frisa bastante o conceito de soft innovations, que são pequenas inovações em produtos e serviços que fazem a diferença, como as caixas coletoras de correio que existem nos caminhões da Fedex, idéia que ele descreve como uma inovação de baixa complexidade.
Uma soft innovation é uma idéia simples (olha a simplicidade aí de novo!) que não demanda uma grande inovação, mas sim uma melhoria bem sacada em alguma coisa que já existe.
O professor de Harvard Rosabeth Moss Kanter deu uma entrevista para a Fast Company este mês falando sobre o poder de uma pequena idéia. Ele comenta o caso das extensões de linha da Procter & Gamble no Brasil, inclusive. Vale a pena ler a entrevista (link em inglês).
O interessante no raciocínio do Professor Kanter é quebrar um pouco esse estigma de que inovação precisa ser uma coisa revolucionária, inédita ou incrível. A inovação pode ser simples também.
Para começar, é bom ouvir os clientes e saber o que eles pensam, o que precisam, o que é valioso para eles. Criando valor para o clientes, cria-se valor para a empresa, por consequência.
O resto é puro marketing.
Small is the new big!
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Leia também neste blog: »A linha do tempo da inovação
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As Leis da Simplicidade – John Maeda
7 Fevereiro 2008
Autores: John Maeda
Tempo Estimado de Leitura: 3 horas
Linguagem: Intermediária
Diagramação: Tradicional, com bom destaque para a tipografia
Custo-Benefício: Muito bom
Páginas: 100
Editora: Novo Conceito
Lido em: Fev/2008
Onde encontrar: Submarino
John Maeda é professor de Media Arts & Sciences do MIT, fundador do Simplicity Consortium no Laboratório de Mídia do próprio MIT e designer premiado mundialmente, além de conselheiro de empresas como a Philips. Pelo tom espiritualizado de seu texto e pelos pontos de vista que expõe, Maeda é mais artista do que designer, o que acrescenta um ponto de vista poético ao seu pensamento sobre simplicidade. O autor mantém o blog Laws of Simplicity, onde aprimorou as 10 Leis, que originalmente seriam 16, mas foram resumidas e agrupados pelo processo SLIP.
SLIP é um acrônimo de Sort, Label, Integrate, Prioritize (Selecionar, Rotular, Integrar e Priorizar), que é como Maeda categoriza e organiza informações, tarefas e qualquer atividade classificável. No livro, ele demonstra com seus post-its como usa o processo.
Maeda gosta de enxergar palavras umas dentro das outras e letras em comum no estilo “caça-palavras”. Por exemplo, ele cita as letras MIT dentro da palavra Simplicity. Por causa disso, o livro abusa destes recursos mnemônicos para educar o leitor sobre como projetar e promover a simplicidade. Outros dois acrônimos bastante explorados por Maeda são:
ELA (do inglês SHE): Shrink, Hide, Embody (Encolher, Ocultar e Agregar)
BRAIN: Basics, Repeat, Avoid, Inspire, Never (Básico é o início de tudo, Repita-se com frequência, Abstenha-se de se desesperar, Inpire-se com exemplos, Nunca deixe de se repetir).
Antes de abordar a simplicidade em si, o autor explica sua linha de pesquisa e o processo de criação do livro. Ao invés de recorrer a regras e fórmulas, Maeda convida o leitor a refletir sobre casos como o do iPod da Apple para demonstrar como e porquê a simplicidade tem se tornado um assunto tão em evidência. Ao abordar o assunto em forma de Leis, evita o simplismo mas mantém o assunto sob controle dentro de uma ótica explícita e compreensível. Em muitos aspectos, o raciocínio de Maeda se assemelha ao pensamento de Richard Saul Wurman em Ansiedade da Informação 2, que li recentemente e comentei aqui.
De fato, não são 10 leis, mas 10 reflexões sobre o que é a simplicidade. Como o blog do livro cita as Leis na íntegra, não vou ser preso por reproduzí-las aqui:
As 10 leis da simplicidade
1 Reduzir – A maneira mais simples de alcançar a simplicidade é por meio de uma redução conscienciosa.
2 Organizar – A organização faz com que um sistema de muitos pareça de poucos.
3 Tempo – Economia de tempo transmite simplicidade.
4 Aprender – O conhecimento torna tudo mais simples.
5 Diferenças – Simplicidade e complexidade necessitam uma da outra.
6 Contexto – O que reside na periferia da simplicidade é definitivamente não periférico.
7 Emoção – Mais emoções é melhor que menos.
8 Confiança – Na simplicidade nós confiamos.
9 Fracasso – Algumas coisas nunca podem ser simples.
10 A única – A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo.
As três soluções propostas por Maeda:
1 Distanciamento – Mais parece menos simplesmente afastando-se para bem longe.
2 Abertura – Abertura significa simplicidade.
3 Energia – Use menos, ganhe mais.
