Desconectar para conectar
18 novembro 2010
Este vídeo de uma propaganda da dtac, empresa Tailandesa de telefonia celular, rodou a internet nos últimos dias. Deixando de lado a efetividade da mensagem comercial ou não, o vídeo inspira na verdade outras reflexões.
É impressionante ver quanta gente comenta, se emociona e se identifica com a mensagem:
Uma importante mensagem sobre se desconectar da tecnologia e se reconectar com as pessoas. Viver o tempo presente, a “vida real”, abraçar mais, dar atenção exclusiva e sincera.
Os tempos estão mudando. Sempre estiveram, mas agora mudam com uma rapidez maior e uma intensidade difícil de acompanhar.
Ainda que a tecnologia sirva em grande parte para nos conectar com as pessoas que estão distantes (e isso é muito bom!), é comum ela desconectar daqueles que estão imediatamente ao redor.
Este vídeo me lembrou um trecho de um post fantasticamente simples e inspirado do Seth Godin:
“Spend at least one weekend day doing absolutely nothing but being with people you love.”
(invista pelo menos um dia do final de semana fazendo absolutamente nada mas estando junto com as pessoas que você ama)
Parece ridiculamente óbvio, mas quanta gente vive em uma permanente crise de ansiedade e não pára um minuto para realmente aproveitar a vida?
Descontar para conectar. É isso aí!
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A história do Yahoo! e do Google em apenas 1 minuto
27 agosto 2008
Este vídeo da Usolab ilustra como a Home do Yahoo! mudou desde a primeira versão.
Quando comparada à Home do Google, fica evidente a abordagem da simplicidade:
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A abordagem da simplicidade
24 março 2008
Pequenas idéias inovadoras (ou o estigma da inovação)
14 fevereiro 2008
Em Brinde Grátis! Aproveite!, um dos últimos livros de Seth Godin, ele frisa bastante o conceito de soft innovations, que são pequenas inovações em produtos e serviços que fazem a diferença, como as caixas coletoras de correio que existem nos caminhões da Fedex, idéia que ele descreve como uma inovação de baixa complexidade.
Uma soft innovation é uma idéia simples (olha a simplicidade aí de novo!) que não demanda uma grande inovação, mas sim uma melhoria bem sacada em alguma coisa que já existe.
O professor de Harvard Rosabeth Moss Kanter deu uma entrevista para a Fast Company este mês falando sobre o poder de uma pequena idéia. Ele comenta o caso das extensões de linha da Procter & Gamble no Brasil, inclusive. Vale a pena ler a entrevista (link em inglês).
O interessante no raciocínio do Professor Kanter é quebrar um pouco esse estigma de que inovação precisa ser uma coisa revolucionária, inédita ou incrível. A inovação pode ser simples também.
Para começar, é bom ouvir os clientes e saber o que eles pensam, o que precisam, o que é valioso para eles. Criando valor para o clientes, cria-se valor para a empresa, por consequência.
O resto é puro marketing.
Small is the new big!
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Leia também neste blog: »A linha do tempo da inovação
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