Este vídeo discute rapidamente como tratar o texto na web usando princípios de Usabilidade, Arquitetura de Informação e, de quebra, SEO:

Um bom site deve alinhar tanto quanto possível: boa usabilidade, boa arquitetura, bom marketing e bom SEO, tudo com foco no foco do usuário.

Só assim dá para sobreviver a usuários acostumados a julgar tudo em poucos segundos!

Esta semana sai um livro chamado “Você tem 5 segundos”, do Juan Camus. Vi o vídeo no site dele. O livro trata exatamente sobre como produzir texto para web, considerando as questões que o vídeo aborda. Por hora, sai só em espanhol…

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Ainda estou lendo A Lógica do Cisne Negro, livro no qual Nassim Taleb critica furiosamente a pretensão humana de prever o futuro. O livro trata sobre eventos inesperados que mudam o curso do mundo e que são – obviamente – imprevisíveis. Se fossem previsíveis não seriam inesperados, ora pois!

Quando prever o que vem por aí é tido como algo sério, a crítica dele é contundente e profunda. Mudou minha forma de planejar minha vida e mexeu com conceitos arraigados. Tomara que o efeito dure.

Mas quando prever o futuro é um exercício de criatividade e imaginação, é fantástico!

Este vídeo do Office Labs da Microsoft sobre o Office 2019 explora potenciais inovações tecnológicas para daqui 10 anos:

Várias boas sacadas sobre Experiência do Usuário!

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E essa do Youtube? Alguém explica?

Erro bizarro no Youtube

Achei um tanto grosseiro. Se era pra soar como piada, pra mim não pegou bem não.

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O The Poynter Institute, de St. Petesburg, na Flórida, fez um estudo de eye-tracking com 582 pessoas para entender  como as pessoas lêem jornais, tablóides e websites. A pesquisa gravou os hábitos de leitura destas pessoas para descobrir quais itens atraiam mais o olhar e faziam as pessoas prestarem mais atenção ao conteúdo.

O instituto produziu um vídeo que resume a metodologia da pesquisa e dá um panorama das conclusões.

poynter - eyetracking study

Este tipo de pesquisa ajuda a responder algumas perguntas fundamentais, como por exemplo:

Como as pessoas consomem uma informação?
Como elas processam esta informação?
Como a informação é compreendida pelas pessoas?

Algumas descobertas foram resumidas no site. Entre elas algumas que só confirmam aquilo que os designers já sabem, como o fato de que manchetes grandes são mais lidas que manchetes com textos menores.

Mas algumas descobertas-chave trazem luz ao design, confirmando que certas escolham de design de fato contribuem para o entendimento do conteúdo apresentado. Por exemplo, resumos laterais com fotos tendem a ser vistos 34% a mais do que esperado pelos pesquisadores, que já haviam feito pesquisa similar em 1990.

O mais curioso é o volume de texto lido conforme aumenta o tamanho do texto. Ao contrário do que vem se afirmando continuamente nos últimos, online as pessoas lêem mais o mesmo texto do que na versão impressa!

É possível comprar uma cópia impressa da pesquisa no site, caso você queira.

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User Experience (UX) – usually in relation to User Experience Design.

Some places to get definitions of user experience:

* Wikipedia – User experience design (English, Dec 1 2008)

“User experience design is a subset of the field of experience design which pertains to the creation of the architecture and interaction models which impact a user’s perception of a device or system. The scope of the field is directed at affecting all aspects of the user’s interaction with the product: how it is perceived, learned, and used.”

* User experience network

“User Experience (abbreviated: UX) is the quality of experience a person has when interacting with a specific design. This can range from a specific artifact, such as a cup, toy or website, up to larger, integrated experiences such as a museum or an airport.”

* Nielsen Norman Group

“User experience encompasses all aspects of the end-user’s interaction with the company, its services, and its products. The first requirement for an exemplary user experience is to meet the exact needs of the customer, without fuss or bother. Next comes simplicity and elegance that produce products that are a joy to own, a joy to use. True user experience goes far beyond giving customers what they say they want, or providing checklist features. In order to achieve high-quality user experience in a company’s offerings there must be a seamless merging of the services of multiple disciplines, including engineering, marketing, graphical and industrial design, and interface design.”

Fonte: http://uxbookclub.org/doku.php?id=user_experience

Um tempo atrás salvei um screenshot de um erro no Flickr, que brincava com o usuário.

Esses dias ao verificar os comentários no WordPress, mais uma brindcadeira:

Não há spam identificado no momento. Deve ser seu dia de sorte! :)

Nenhum spam hoje!

Tratar o usuário com senso de humor é uma forma interessante de tratar a interface. Boa pedida para o Dia Mundial da Usabilidade.

Gostei!

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Em todo o mundo, profissionais preocupados com a qualidade da experiência do usuário estão se reunindo e debatendo formas de melhorar a muitas maneiras como as pessoas interagem com interfaces – e não só as interfaces computacionais e sistemas de informação.

Estou lendo o Parodoxo da Escolha do Barry Schwartz, um livro excelente que reflete sobre o excesso de escolhas a que somos submetidos em praticamente todas as áreas da vida.

O Boxes and Arrows fez uma entrevista com o Barry Schwartz, e destacou uma frase que me chamou muito a atenção.

Acredito que seja uma reflexão bastante útil não só para profissionais de Usabilidade e Arquitetura da Informação, mas para qualquer pessoa que se sinta um tanto oprimida pelos excessos da vida contemporânea – excesso de consumo, excesso de informação, excesso de escolhas…

The Problem

O Barry tem um ponto de vista bem interessante. Nós – a sociedade organizada de uma forma geral – já desenvolvemos as mais variadas formas de levar informação até as pessoas. Do ponto de vista de um psicólogo, ele considera que este seja um problema já superado pela humanidade. Não que não possam ser inventadas outras inúmeras formas de transmitir informação, mas de certa forma já temos até mais do que o meramente suficiente.

Será que estamos dando às pessoas a chance de filtrar quais informações são úteis para elas?

Este problema não diz respeito somente à uma única área de conhecimento, como a Usabilidade. Por sua natureza sociológica, é um problema tão extenso que atinge quase toda a sociedade alfabetizada.

Esse filtro informacional que o Barry Schwartz comenta passa por vários aspectos psicológicos, sociais e inclusive tecnológicos, mas nunca se limitará a somente um dos aspectos. Uma das principais formas de filtrar informações, aliás, é educar as pessoas para que saibam como lidar com tantas possibilidades e sobreviver à isso com menor estresse, menos angústia e desta forma possam usar a informação e não só tê-la de passagem.

Essa é uma questão que me incomoda faz tempo. O Richard Saul Wurman foi muito feliz quando deu ao seu livro o título de Ansiedade de Informação, e olha que ele é Arquiteto, e não psicólogo como o Barry. A primeira vez que li uma entrevista do Saul Wurman foi na Veja, ainda na adolescência. Nunca mais esqueci esta expressão “ansiedade de informação”.

Por isso, neste 13 de novembro, penso que a usabilidade pode tratar cada vez mais de ajudar a tecnologia a prover filtros úteis para que as pessoas possam viver melhor.

É isso aí.

Tenha um bom Dia Mundial da Usabilidade!

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Dica do Leandro!

É uma apresentação longa, mas considerando as discussões que andam rolando na lista AI, acho que muita gente anda precisando ler isto aqui com calma.

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Este vídeo da Usolab ilustra como a Home do Yahoo! mudou desde a primeira versão.

Quando comparada à Home do Google, fica evidente a abordagem da simplicidade:

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